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Quarta, 28 Out 2020
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POL�TICA
DIGITAL NÃO DISTINGUE INTERIOR DE LITORAL
Rádio Cova da Beira
O secretário de estado para a transição digital, André Aragão Azevedo, entende que, através do digital, o país pode, finalmente, esbater as assimetrias e reverter o modelo da litoralização da economia.
Por Paula Brito em 04 de Sep de 2020

“Pela primeira vez na história, temos condições para reverter a litoralização da nossa economia. À boleia do digital, é possível criar condições no interior para reter e atrair talento, que possa deixar as zonas litorais, porque é possível ter um salário de primeiro mundo num sítio com muito mais qualidade de vida, como é o interior português”.

 

O país está em franco crescimento nesta área, que representa já 1,1% do PIB, é responsável pela criação de 25 mil postos de trabalho e o registo de 2.500 Star Up. Números que o governo pretende duplicar até 2023.

 

“Este projeto não se esgota em 2023, é apenas um horizonte temporal para definirmos um conjunto de metas que nós achamos que estão em linha com o nível de ambição que temos para a transformação deste ecossistema. Já temos muito trabalho feito, estamos orgulhosos do que foi atingido por todo este ecossistema, que é relativamente complexo e recente. Mas, achamos que era importante definir um conjunto de métricas que nos  permitam alicerçar os programas que nos vão ajudar a transformar o nosso modelo económico e social, muito mais alinhado com aquilo que são os desafios do século XXI.”

 

André Aragão Azevedo falava ontem, no Fundão, na sessão de esclarecimento pela rede nacional de incubadoras que decorreu no Octógono.

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