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Quarta, 28 Out 2020
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CULTURA
MORREU ERNESTO MELO E CASTRO
Rádio Cova da Beira
Morreu ontem, no Brasil, aos 88 anos, o poeta Ernesto Melo e Castro, natural da Covilhã, onde nasceu, a 19 de abril de 1932. Poeta, ensaísta, escritor e artista plástico, é "Um dos mais importantes Poetas e Homem de Artes e Cultura do Mundo", escreveu, este domingo, a filha, Eugénia Melo e Castro na página do Facebook, onde anunciou a morte do pai.
Por Paula Brito em 30 de Aug de 2020

A viver há mais de 20 anos no Brasil, E. M. de Melo e Castro, foi feito, a 10 de junho de 2017, comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

 

Com uma vasta obra, de poesia e ensaios, publicada, o também artista plástico esteve na Covilhã, mais precisamente no Paul, em maio de 2016, onde foi homenageado na Casa Marmelo e Silva.

 

“Eu não estou habituado a homenagens, a pouco e pouco fui-me habituando à ideia, depois surgiu a oportunidade de poder vir a Portugal e pronto, estou aqui, ainda bem que cá vim, foi ótimo e agradeço a todos muito.”


Ernesto Melo e Castro, numa das suas últimas visitas à Covilhã. Filho de Ernesto de Campos Melo e Castro, neto materno do 1.° Visconde da Coriscada, pai da cantora Eugénia Melo e Castro, Ernesto Melo e Castro partiu ontem, aos 88 anos, deixando uma vasta obra.

 

Engenheiro têxtil de formação, para Ernesto Melo e Castro poesia também era engenharia, foi pioneiro na poesia virtual concreta, percursor da poesia concreta e do experimentalismo em Portugal. 


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