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Quarta, 27 Jan 2021
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SOCIEDADE
“NÃO SE APRENDEU NADA”
Rádio Cova da Beira
Carlos São Martinho Gomes, diz que não se aprendeu nada nos últimos 20 anos em matéria de floresta. Convidado do programa “Em Foco”, da RCB, o presidente da Associação Comercial e Industrial do Concelho do Fundão, destaca, pela negativa, os incêndios e deixa uma nota positiva à forma como o plano de recuperação económica de Portugal olha para o tema.
Por Paula Brito em 27 de Aug de 2020

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Em apenas quatro linhas e meia, o plano define o princípio do poluidor pagador, como forma de tornar a floresta rentável e sustentável.

 

“Quem polui também deve pagar a quem contribui para esses benefícios,  e, pela primeira vez, alguém coloca num papel, ainda que forma leve, este princípio. Pela primeira vez se explicita a remuneração deste serviço. Quem tem floresta e pratica a agricultura, tem de ser ressarcido pelo bem coletivo que provoca e que contribui para o país.”

 

Quanto ao resto plano de recuperação económica e social de Portugal 2020-2030, é, para Carlos São Martinho Gomes, mais do mesmo.

 

“Nas políticas públicas definidas neste plano, aquilo que é mais preciso são os mega-investimentos, que já tivemos no passado, com os resultados que já conhecemos. Do que é que se fala aqui? Sines, a ferrovia, portos, falta aqui a parte humana, porque isto é perfeitamente quantificável, o resto tem boas ideias.”

 

Carlos São Martinho deixou ainda, no programa semanal de comentário da RCB, uma nota à aprovação da realização da festa do Avante.

 

“É um frete que o governo e a Direção Geral de Saúde fazem ao PCP, porque eu estou convencido que, se isto fosse promovido por outra entidade, nomeadamente uma empresa que apresentasse uma proposta semelhante e pagasse os seus impostos, seria reprovado.”

 

Carlos São Martinho Gomes, presidente da direção da ACIF, no programa “Em foco”, da última semana. 


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