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CULTURA
?MATARAM O SID?NIO?
? este o t?tulo da mais recente obra de Francisco Moita Flores. O escritor; tamb?m presidente da c?mara municipal de Santar?m, foi o convidado da edi??o deste m?s do ?Caf? Liter?rio? promovido pela c?mara da Covilh?.
Por Nuno Miguel em 23 de Jul de 2010

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São mais de 200 páginas em que a ficção se entrelaça com dados reais sobre o crime que, em 1918, vitimou mortalmente Sidónio Pais. Uma obra em que Moita Flores procura demonstrar que Portugal nunca conseguiu apurar, de forma concreta, a morte de figuras de estado "neste caso tivemos um suspeito que foi preso mas que nunca foi julgado; anteriormente, na morte de D. Carlos, há suspeitas de que o alvo era João Franco e posteriormente com Sá Carneiro o caso também nunca foi devidamente esclarecido".

A obra já há vários anos que estava na forja, mas desta vez Moita Flores decidiu avançar para a sua publicação numa alegoria à conjuntura de crise que Portugal está a viver "naquela época o país estava a viver uma grande crise e por isso decidi agora com a publicação deste livro também para simbolizar essa questão".

Quanto a próximos trabalhos na mente do autarca de Santarém está a hipótese de escrever um livro sobre a actualidade "é algo que me está verdadeiramente a entusiasmar uma vez que existe uma enorme falta de realismo da classe política que se tem entretido a discutir casos como a PT ou a revisão da constituição quando Portugal está a viver uma enorme crise do ponto de vista social e económico".

No entanto, a próxima publicação de Moita Flores vai ser um livro de contos juvenis. Uma obra que vai chegar aos escaparates no próximo mês de Setembro.


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