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quarta, 28 set 2022
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SOCIEDADE
REGADIO DA COVA DA BEIRA COM FIM ? VISTA
Agosto de 2011 ? a nova data de conclus?o do regadio da Cova da Beira, avan?ada pelo Primeiro Ministro na cerim?nia de adjudica??o do bloco da Fatela, a ?ltima obra do regadio cujo projecto come?ou a ser pensado em 1957.
Por Paula Brito Batista em 22 de Jul de 2010

Segundo José Sócrates "houve técnicos que iniciaram a sua carreira profissional e se reformaram sem que o regadio estivésse concluído", o Primeiro Ministro diz que "é tempo de acabar esta obra".  O regadio da Cova da Beira abrange uma área de 12.360 hectares e 1.650 beneficiários dos concelhos de Fundão, Covilhã, Belmonte e Penamacor. No total foram investidos 320 milhões de euros numa obra que demorou mais de um século a ficar concluída. 

O PM inaugurou ainda, no Meimão, a central mini-hídrica que vai aproveitar a queda de água de 220 metros no transvase da barragem do Sabugal para o Meimão, para produzir energia. 

À chegada ao Meimão, num cartaz de boas vindas a José Sócrates, a população pedia ao PM para não os deixar morrer à sede. É que, ironia do destino, uma terra rodeada pela barragem não tem água para rega "temos água por todo o lado, somos a mãe desta barragem que abastece toda a Cova da Beira e não temos água para regar" explicou à RCB Maria das Dores.

Em causa está o regadio tradicional do sítio do Rebentão que está a necessitar de obras e que segundo o vice presidente da câmara de Penamacor "já elaborámos um projecto e uma candidatura ao Proder e há um compromisso da tutela em resolver o problema".

Um comprimisso que Domingos Torrão, presidente da CMP, quer ver "preto no branco" como referiu no discurso de boas vindas. Mas, para já, o que existe é a palavra do Ministro da Agricultura que no final, em declarações à comunicação social, admitiu a existência "de pequenos problemas técnicos que estamos a tentar resolver".

O discusdo de Domingos Torrão ficou marcado pelo momento em que  conseguiu "arrancar" uma salva de palmas da plateia quando confrontou José Sócrates com a introdução de portagens na A23. Sobre o assunto, José Sócrates nada disse no discurso e no final, não quis falar à comunicação social.   

 


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