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POL�TICA
JP QUESTIONA CÂMARAS SOBRE REGRESSO ÀS AULAS
Rádio Cova da Beira
A comissão política distrital da Juventude Popular de Castelo Branco questionou todas as autarquias do distrito acerca do plano que cada uma tem para o regresso às aulas em Setembro, especificamente nos estabelecimentos de ensino onde têm tutela.
Por Paulo Pinheiro em 13 de Aug de 2020

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Após um ano lectivo atípico devido à pandemia covid-19, a Juventude Popular quer um “começo normal dentro do possível e que no decorrer do mesmo não haja mais constrangimentos, evitando o encerramento forçado das escolas enviando mais alunos e professores para casa”.

Em comunicado, a distrital de Castelo Branco da JP exprime a sua preocupação com a início das aulas, pois as escolas e os inúmeros espaços frequentados por todos aqueles que compõem a comunidade escolar são locais “de elevado aglomerado e ajuntamento de proximidade na comunidade” e por isso considerados de “elevado risco de contaminação”. Deste modo, solicita aos municípios a elaboração de um plano local direcionado para os estabelecimentos de ensino, de forma a “mitigar os contágios na comunidade escolar”, mantendo, em simultâneo, “um diálogo e contacto próximo com os pais e encarregados de educação”.

Além do cumprimento escrupuloso das medidas de higienização, limpeza e desinfecção aconselhadas pela Direção Geral de Saúde (DGS), a Juventude quer saber junto das autarquias se os alunos, professores e auxiliares terão à disposição máscaras ou viseiras de protecção individual tal como gel desinfectante. Questiona ainda “se serão não necessárias intervenções nas várias infraestruturas e no equipamento escolar tais como nas casas de banho, nos refeitórios e cantinas, nas salas de aula e pavilhões e nas bibliotecas, com o objectivo de estancar possíveis contágios na comunidade escolar, pois quando se trata neste caso de crianças e jovens o cuidado deve ser redobrado”.

Perante a ameaça de uma “nova grande vaga a partir de Setembro/Outubro”, um eventual fecho das escolas “terá consequências nefastas não só para os alunos, mas também na vida profissional dos seus pais”, conclui a Juventude Popular. 

 

c/ Renato Santarém 


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