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Sábado, 26 Set 2020
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POL�TICA
INTERRUPÇÃO MOTIVA TROCA DE ARGUMENTOS
Rádio Cova da Beira
A comissão coordenadora distrital do “Aliança” manifesta, em comunicado, a sua estranheza com a suspensão dos trabalhos na estrada entre Casegas e o Porcim, recordando que “ao longo do tempo esta obra fez parte de todas as campanhas eleitorais do executivo socialista”.
Por Nuno Miguel em 05 de Aug de 2020

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Neste comunicado, o partido Aliança afirma que quer acreditar que “no contrato assinado pela câmara municipal da Covilhã e pela empresa «Socorpena” estivessem reflectidos todos os pontos para a realização e concretização da estrada com cerca de 12 quilómetros de extensão de forma a que esta não fosse suspensa” e referem que “ao contrário do que foi noticiado esta estrada não é apenas um caminho, tal como está descrito no site dos contratos públicos”.
O “Aliança” acrescenta que esta via “é uma mais valia para as pessoas residentes a sul do concelho, principalmente os habitantes da freguesia de S. Jorge da Beira, que querem ver melhorado o seu acesso à sede do concelho tantas vezes reivindicado” mas o executivo socialista “nunca teve a coragem de assumir uma configuração com ambição para  o futuro das freguesias mais distantes da sede de concelho”.
A comissão coordenadora distrital interroga se “a razão da não existência de uma boa estrada com ligação à sede de concelho se deve à falta de habitantes e por consequência o reduzido número de votantes” concluindo que o “Aliança” vai estar “ao lado das pessoas que anseiam por ver a obra finalmente concluída, sem estarem, a cada dia, a cada ano que passa, cada vez mais isoladas da sede de concelho”.
Também em comunicado a câmara da Covilhã refere que a obra foi lançada no passado dia 20 de Julho, prevendo os trabalhos “o corte de árvores e arbustos em 10 metros para cada lado, lateralmente à plataforma do caminho”. No entanto o governo determinou que entre 1 de Junho e 30 de Setembro “não se podem realizar trabalhos, nem usar maquinarias que possam originar perigo de incêndio, nas zonas rurais”. Face a esta situação, o município e o adjudicatário “procederam a adaptações do projecto, nomeadamente o plano de trabalhos e o cronograma” e por isso foi aprovada “a prorrogação do prazo de execução dos trabalhos, enquanto prevalecerem as condições adversas à realização dos trabalhos”.

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