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Quarta, 05 Ago 2020
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SOCIEDADE
MOVIMENTO NÃO BAIXA OS BRAÇOS
Rádio Cova da Beira
O movimento pela autonomia da escola superior de gestão garante que apesar do conselho geral do instituto politécnico de Castelo Branco ter aprovado a proposta de reorganização da instituição, a luta pela manutenção da Esgin em Idanha-a-Nova não vai ser interrompida.
Por Nuno Miguel em 12 de Jul de 2020
Em comunicado o movimento sublinha que a proposta de reestruturação “é desequilibrada e injusta”, na medida em que implica a perda da sede da escola superior de gestão em Idanha-a-Nova, bem como a sua autonomia administrativa, pedagógica e científica” e não percebe “como é que este cenário contribui para o desenvolvimento do IPCB, ou o porquê de ficarem as quatro escolas com sede em Castelo Branco”.
Para o movimento “é evidente que ninguém se atreve a dizer ou a assumir que a escola de Idanha vai fechar, apenas se fala que perde a sede. Ora se a escola perder a sua sede está condenada a acabar a médio prazo”. Um cenário que “prejudica Idanha-a-Nova e que não respeita os Idanhenses que há 29 anos acolheram a Esgin”, sublinhando que a escola é hoje “um dos principais indutores da economia local, pois contribui claramente para a criação de riqueza e emprego, com benefícios nos sectores da restauração, alojamento e comércio”.
O movimento recorda que já apresentou uma petição publica no parlamento, subscrita por mais de 5500 pessoas, “que terá que ser presente a plenário”, prometendo “lutar para que nesse momento, a Assembleia da República tenha em consideração a questão da descentralização e da regionalização”.

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