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Sexta, 10 Jul 2020
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POL�TICA
ELEITO DO CDS ACUSA JUNTA DE OMITIR INFORMAÇÃO
Rádio Cova da Beira
O eleito do CDS/PP na assembleia de freguesia da Boidobra ficou estupefacto com a interpelação feita, na última reunião do órgão, pela secretária da mesa ao presidente da junta a propósito de um abaixo assinado entregue na câmara municipal da Covilhã por um grupo de moradores do bairro da Alâmpada.
Por Nuno Miguel em 01 de Jul de 2020
De acordo com António Freitas “esse grupo de moradores opõe-se à atribuição do polidesportivo da Alâmpada à instituição de solidariedade social «Cerzir Afetos» para a construção da sua sede social, questionando exemplificando outros locais na freguesia para que essa obra fosse realizada”.
O eleito do CDS/PP acusa o presidente da junta de freguesia da Boidobra de ter tentado “desconsiderar e desvalorizar o exercício de um direito de petição e participação legitimo e democrático e se rebaixou a tecer considerações genéricas de carácter sociológico acerca das idades e proveniência do grupo de cidadãos que subscreveu o abaixo-assinado, quase de uma forma discriminatória, apenas por pensar e terem uma opinião diferente”.
António Freitas afirma ainda que o documento foi enviado à câmara municipal da Covilhã e o presidente da junta de freguesia da Boidobra “numa desesperada tentativa de o censurar, omitiu-o da sua informação escrita e do conhecimento público certamente pela posição que ocupa na referida associação, tendo chegado ao inaceitável extremo de censurar em público a intervenção da secretária da mesa de assembleia de freguesia”.
Para o eleito do CDS/PP, esta situação “não foi digna, exigindo-se, de um representante eleito e titular de órgão publico, outra atitude e outra elevação por parte de quem recebe uma queixa ou até uma crítica” e defende que a freguesia deveria “efectuar um estudo e um debate alargado acerca desta matéria, solicitando a intervenção não só dos partidos eleitos, mas também da população do referido bairro”.
António Freitas sublinha, em comunicado, que aquilo a que se assistiu na última assembleia de freguesia foi uma “subalternização dos interesses de cerca de 100 cidadãos ao interesse pessoal do presidente da junta e presidente da assembleia geral da associação” cujos objectivos “por muito meritórios, altruístas ou benéficos que entenda ser, não podem permitir que existam mal entendidos desta natureza que colocam em casa os alicerces de Abril que o executivo tanto defende”.

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