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Sテ。bado, 22 Jan 2022
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DESPORTO
AD FUNDテグ APROVA CONTAS E FAZ OBRAS NO PAVILHテグ
Rádio Cova da Beira
Apenas com a presenテァa de dez elementos dos テウrgテ」os sociais do clube (que テゥ feito dos sテウcios da ADF?), reuniu esta sexta- feira em assembleia geral, na sua sede, a Associaテァテ」o Desportiva do Fundテ」o. O relatテウrio e contas de 2019, foram aprovados por unanimidade, tal como o voto de louvor atribuテュdo pelo conselho fiscal liderado por Pedro Salvado, ao trabalho realizado pela direcテァテ」o de Rui Quelhas.
Por Miguel Malaca em 20 de Jun de 2020

O saldo, em 31 de dezembro de 2019, foi positivo em cerca de €44 mil (mais €27 mil que em 2018).

Trata-se uma verba que será, toda ela, canalizada para as obras que o clube beirão pretende fazer, já este verão, no pavilhão gimnodesportivo.

O presidente refere à RCB que “sim, finalmente, trata-se de uma boa notícia, até pelo grande apoio do Município do Fundão, deu-nos uma grande ajuda e fundamental. Tem sido um parceiro muito aliado com a AD Fundão e com o futsal da Desportiva do Fundão, daí que o clube agradece, pois sem esse apoio, era impossível ter grande prestígio no futsal nacional, como temos. Também a nível das infraestruturas, a autarquia, deu uma ajuda muito grande à Desportiva do Fundão, irá ser uma parceira na obra de remodelação do telhado do nosso pavilhão. Iremos, para além de mudarmos o tecto do pavilhão, iremos também mudar as laterais do pavilhão, vão por janelas para abrir e circular também o ar. Iremos ainda mudar a tela do piso, com possibilidade ainda de mudar também o piso por completo, estamos a estudar isso, tudo isto num investimento muito grande. As obras deverão começar este verão e terminar, em meados de setembro, até porque, para além da formação, a equipa sénior, poderá realizar alguns treinos no nosso pavilhão. A obra deve rondar os 100 mil euros, e o próprio clube poderá ainda despender entre 40/50 mil”. Disse Rui Quelhas à RCB.

Relativamente ao passivo do clube, “está praticamente a zero. As grandes dívidas estão praticamente todas liquidadas. Com o Dr. António Luís Angeja, foi estabelecido um acordo, para saldar os cerca de 90 mil euros da divida, que resultou no pagamento, em prestações, de 20 mil euros, já liquidados em maio de 2020, e o valor restante, cerca de 70 mil euros, foi oferecido ao clube pelo ex-presidente da ADF. A direção procedeu de igual modo com o Senhor Carlos Mosa, outro ex-dirigente, estabelecendo um acordo, que reduziu em metade o valor em divida, que se cifrava em cerca de 24 mil euros, que está a ser paga, também, em prestações. Por tudo isto, o passivo está quase a zero. Adquirimos também agora duas carrinhas novas de 9 lugares, e estamos a pagar o empréstimo bancário. De resto, tudo controlado”. Acrescentou o dirigente fundanense.

Quanto à nova época desportiva, Rui Quelhas, mostra-se muito preocupado.

“Quanto à época 2020-21, penso que o campeonato da 1ª divisão, vai mesmo realizar-se com 16 equipas, podendo parar a meio, devido à pandemia da Covid-19, mas está no regulamento, que até poderá haver jornadas duplas, e jornadas a meio da semana. A competição deverá começar dia 3 de outubro, e caso, os brasileiros da nossa equipa cheguem a tempo para iniciar a nova temporada, começaremos a treinar dia 24 de agosto. No restante, estou de facto preocupado, até porque, por exemplo, nos Sub-19(Nacional), se a DGS, não nos deixarem transportar os jogadores nas novas carrinhas que comprámos para o efeito, terá de ser de autocarro. Assim, não estou a ver, senão houver apoios de alguém, podermos viajar com a nossa equipa de juniores, para podermos realizar as viagens e jogar no campeonato. Vamos ver, vamos aguardar. O Fundão está preocupadíssimo, daí que a Federação também de ter em conta todas estas situações, naturalmente, pois, se as coisas não melhorarem, poderemos não ter futsal de formação na próxima temporada, a nível nacional e distrital”. Afirmou.

No que diz respeito ao plantel 2020-21, a RCB, tinha já avançado na passada semana, os jogadores que vão continuar no clube, incluindo o próprio capitão Mário Freitas, e aqueles que deixaram (três) a AD Fundão, faltando agora abordar os reforços. Rui Quelhas, quanto a esse tema, refere que “mais do que dizer quem vem, o importante é pedir calma aos nossos sócios, estamos a trabalhar no sentido de construir uma boa equipa, com mais qualidade, e dizer ainda que, aquilo que nos aconteceu há dois anos, que foi muita gente do plantel sair, não irá acontecer esta época. Portanto, o grande reforço do Fundão vai ser a continuidade dos atletas, que achamos que são os melhores atletas para a nova época. Vão chegar alguns reforços, claro que sim, alguns deles virão por empréstimo do Benfica e Sporting, das suas camadas jovens, um de cada clube, as coisas estão já mais ou menos definidas, e iremos reforçarmo-nos com mais dois ou três jogadores: um guarda-redes, um fixo, e pouco mais. Quanto à sua divulgação, não temos ainda um timing definido. A dupla técnica constituída por João Nuno Ribeiro e Nuno Couto (coordenador de todo o futsal do clube e directo técnico da ADF, a tempo inteiro), e Luís Almeida, mantém-se. Quanto aos treinadores da formação, haverá algumas alterações, estamos a trabalhar nisso, ainda não está bem definido, mas vamos ter algumas novidades, iremos mexer, num ou noutro escalão, mas pouca coisa. Iremos manter todos, e vamos trazer dois treinadores novos para a Desportiva do Fundão. Ainda não podemos divulgar os nomes, nem tão pouco, sabemos quando vamos iniciar os treinos das diferentes equipas de futsal de formação da ADF.” Referiu o presidente do clube.

Rui Quelhas falou também à RCB das eleições da AF Castelo Branco, marcadas para dia 2 de julho (apoia a recandidatura de Manuel Candeias, mas gostaria de ter sido ouvido, quanto às escolhas de alguns ex-dirigentes, ligados a clubes do Fundão, que fazem parte da lista, como por exemplo, Bruno Brito, ex-CAF, entre outros).

Relativamente a essa matéria, iremos ouvi-lo em breve na Rádio Cova da Beira.

Quanto ao novo símbolo do clube, para já, não há novidades, diz o presidente da direcção.

“É uma situação em que nós temos trabalhado, temos discutido. Grande parte da direcção acha que temos de mudar o símbolo, até porque se mistura muito com o símbolo da própria cidade, só mudam as letras: ADF / CMF, para o bem e para o mal. Mas queremos dar a volta a essa situação, e dar uma imagem de modernidade à ADF. Recordo que realizámos um concurso de ideias, mas não chegámos a lado nenhum, não temos tido capacidade financeira para contratar um gabinete para trabalhar com a direcção, e com outros elementos, para podermos ter um novo símbolo da Desportiva. Vamos ver, se até ao final do nosso mandato (2022), conseguimos fazer isso, renovando assim, o nosso símbolo”. Conclui o líder da AD Fundão.

 

 

# Notícia alterada. 

 

 

 


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