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Terça, 14 Jul 2020
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POL�TICA
AS TRANSFERÊNCIAS DA DISCÓRDIA
Rádio Cova da Beira
Vereador do CDS-PP na câmara da Covilhã considera que é preciso acabar com as permanentes transferências da câmara municipal para a empresa Parkurbis. Vítor Pereira recorda que a empresa municipal não tem como o objetivo o lucro, mas a promoção do investimento privado.
Por Paula Brito em 05 de Jun de 2020

Adolfo Mesquita Nunes votou contra a transferência de cerca de 75 mil euros e entende que é hora que colocar um ponto final na situação.

 

“Ou bem que, a Parkurbis tem existência e se adapta ao orçamento que tem e se reestrutura, ou bem que a câmara tem que tomar uma posição, porque não pode estar permanentemente a pagar salários da administração. O dinheiro que a câmara transfere para a Parkurbis é superior àquele que transferiu para as freguesias, neste situação de pandemia.”

 

O presidente da câmara da Covilhã, Vítor Pereira, tem outro entendimento.

 

“Se o senhor vereador entende que deve dar lucro, então passaríamos a cobrar rendas que não seriam comportáveis pelos empresários que estão a começar a sua atividade.”

 

O autarca diz que o valor “varia em função dos apoios que são dados, de ano para ano aos empresários”, a que se junta o pagamento de um empréstimo contraído para a construção do Parkurbis, no valor anual de 225 mil euros. 


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