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Quarta, 03 Jun 2020
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POL�TICA
MPOR RESPONDE A CÉSAR CRAVEIRO
Rádio Cova da Beira
O movimento da população Ourondo/Relvas vem, em comunicado, acusar o presidente da união de freguesias Casegas/Ourondo de se estar “a borrifar” para as populações. Em causa está o encerramento do posto dos CTT que serve as populações do Ourondo.
Por Nuno Miguel em 02 de Apr de 2020
Em resposta ao comunicado enviado na última semana pelo executivo da união de freguesias, o movimento afirma que “o encerramento do posto dos CTT no Ourondo não foi uma decisão da empresa, foi antes uma decisão do executivo da junta ou do seu presidente, uma vez que os CTT emitiram recomendações normais neste tempo de pandemia. A decisão do encerramento é da Junta de Freguesia. Não estão dispostos a servir a população tal como fizeram muitas juntas nas mesmas condições”.
O movimento acrescenta que “em relação à herança recebida da funcionária do posto dos CTT no Ourondo, passados sete anos ainda se abordar o assunto, é andar distraído ou «querer atirar areia aos olhos dos outros» pois, se tivessem vontade, em sete anos tinham arranjado uma situação legal e um organismo publico não pode conviver com estas ilegalidade. Não está em causa a funcionária, mas sim o manter da situação”.
Os responsáveis do movimento sublinham que “antes da agregação, Casegas e o Ourondo tinham apenas um funcionário administrativo nas respectivas sedes. Agora têm dois na sede, e uma funcionária a meio tempo no posto dos CTT do Ourondo. 
Já em relação à despesa com o multibanco no Ourondo, o movimento afirma que “sempre foi uma pedra no sapato pelo facto do antigo executivo ter conseguido este bem para a aldeia e Casegas nunca conseguiu. A despesa anual de 2.208 euros com este equipamento que não serve apenas a população do Ourondo, constituiu o único investimento permanente na aldeia. Na sua relação com o que a união de freguesias recebe directamente do orçamento de estado que corresponde à população, falamos de migalhas. Ainda assim o presidente da junta pensa que esta a fazer algo de extraordinário”.
Sobre a concentração dos serviços de enfermagem no Ourondo, tal como foi referido por César Craveiro, o movimento tem dúvidas “de que seja uma medida para servir a população. O Paul e a Erada mantém os mesmos serviços. As populações mais distantes como São Jorge da Beira, Minas da Panasqueira, Barroca Grande, Aldeia de S. Francisco de Assis, Sobral de S. Miguel e Casegas é que se têm de deslocar para Ourondo, existindo só uma carreira por dia em cada sentido. Quem tem transporte próprio está em princípio servido, quem não têm ou não recebe os cuidados de saúde ou aluga um táxi”.

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