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Terça, 19 Jan 2021
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SOCIEDADE
COVID 19 CANCELA MAIS UMA ROMARIA
Rádio Cova da Beira
Depois do cancelamento da romaria de Nossa Senhora do Almortão (Idanha-a-Nova), este sábado, ficou a saber-se que também a romaria da Nossa Senhora de Mércoles, em Castelo Branco, não se realiza devido ao coronavírus.
Por Paulo Pinheiro em 29 de Mar de 2020

Na origem da decisão da paróquia de São Miguel da Sé e da Comissão do Santuário de Nossa Senhora de Mércoles está a situação de pandemia de Covid 19 e as restrições existentes, no âmbito do estado de emergência.

A romaria da Nossa Senhora de Mércoles, que coincide com o feriado municipal em Castelo Branco, realiza-se na terça-feira após duas semanas da festa da Pascoa.

Também a romaria de Nossa Senhora do Incenso, em Penamacor, feriado no concelho, que se realiza na segunda-feira a seguir à Páscoa, deve ser cancelada. A decisão da realização ou não da romaria penamacorense ainda não foi divulgada.

E face a algumas incertezas sobre a aplicação das determinações publicadas quanto ao exercício do culto nas Igrejas e fora delas, a Diocese da Guarda esclareceu na sexta-feira, 27 de Março, “que estão proibidas todas as celebrações e outras manifestações da Fé e da piedade popular, em público”.

Os funerais constituem a excepção ainda assim deve ser efectuados com reduzido número de pessoas, que a celebração seja breve e se realize em espaço aberto, no caso o cemitério.

De acordo com a Diocese, aos sacerdotes não só é autorizado mas é também solicitado que celebrem em privado “pelo seu povo, que poderá acompanhá-los, de suas casas, através dos meios e redes sociais de comunicação, que pode ser a internet, pode ser o toque dos sinos, pode ser a difusão por altifalante, aliás, processo também utilizado pelas autoridades públicas de segurança, em algumas aldeias, para fazer recomendações, o que está certo, ou outras”, frisa.

O episcopado liderado pro D. Manuel da Rocha Felício detalha o significado da expressão celebrar em privado

“Que o sacerdote celebre em sua casa ou na Igreja, neste caso com porta fechada, o que não impede que seja acompanhado presencialmente por quem necessita que o ajude, respeitando sempre as regras de distanciamento social conhecidas.”

A diocese refere ainda que estas determinações, “longe de infringirem as regras do estado de emergência que estamos a viver, mais contribuem para a sua rigorosa aplicação”, conclui.


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