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Terça, 20 Out 2020
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POL�TICA
CÉSAR CRAVEIRO RESPONDE AO MPOR
Rádio Cova da Beira
O presidente da união de freguesias Casegas e Ourondo lamenta a posição expressa pelos responsáveis do movimento da população Ourondo/Relvas que solicita à assembleia da união de freguesias que tome medidas no sentido de destituir o actual executivo. Em causa a decisão de encerrar o posto de correios durante o estado de emergência que foi decretado em Portugal o que, de acordo com o movimento “deixa as populações entregues a si mesmas”.
Por Nuno Miguel em 27 de Mar de 2020
Em comunicado, César Craveiro afirma que o funcionamento dos serviços presenciais dos CTT em Casegas e no Ourondo “que parece tanto preocupar alguns” a junta está em permanência a articular com os seus responsáveis da empresa “para que alguns serviços possam ser assegurados, em dias a divulgar, nomeadamente o pagamento de pensões e reformas e, simultaneamente, possibilitar às pessoas do pagamento de facturas de consumo de água, electricidade e telefone, que nalguns casos até viram os prazos dilatados”.
O autarca acrescenta que “o aviso disponibilizado aos cidadãos, sobre a forma e meios de atendimento alternativos, é da exclusiva responsabilidade dos CTT, que inclusive reduziram o horário das estações de correios apenas para o período da manhã. Lembramos que o encerramento de postos de correios não é caso único no concelho”.
Sobre pagamentos e meios de pagamento, César Craveiro afirma que “no Ourondo até existe a vantagem de haver uma caixa multibanco, que só lá continua porque a junta de Freguesia paga todos os meses 184 euros” a uma instituição bancária “pois se assim não fosse, já a tinham retirado”.
O presidente da união de freguesias sustenta ainda que “nesta conjuntura, foram centralizados no Ourondo os serviços de enfermagem para as localidades da zona sul do concelho como Ourondo, Casegas, Sobral de S. Miguel, Aldeia de S. Francisco e S. Jorge da Beira e nada de dramático aconteceu não obstante os transtornos para quem tem de se deslocar. O que mais nos preocupa é a forte possibilidade de disseminação exponencial do vírus e a incapacidade dos serviços de saúde e hospitais tratarem os doentes contagiados e, por isso, decidimos encerrar os serviços presenciais para proteger, quer os trabalhadores quer os cidadãos”.
Já quanto “à insinuação de que a junta mantém trabalhadores a recibo verde e em funções subordinadas”, César Craveiro afirma que o actual executivo da união de freguesias regularizou o vínculo precário ao abrigo da lei “apenas a colaboradora que assegura os serviços nos correios do Ourondo, admitida e mantida nessa situação por anteriores executivos da freguesia do Ourondo, está a recibo verde porque a sua idade já ultrapassa o limite para admissão em funções públicas”.

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