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Terça, 14 Jul 2020
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POL�TICA
MEDIDAS DEFINIDAS
Rádio Cova da Beira
O conselho de ministros definiu esta quinta-feira as medidas que vão vigorar em estado de emergência que ontem foi decretado pelo Presidente da República. O documento determina o isolamento obrigatório a todos os portugueses sobre vigilância das autoridades de saúde, sob pena de crime de desobediência.
Por Nuno Miguel em 19 de Mar de 2020
No que diz respeito à circulação de cidadãos na via pública a decisão tomada determina que só pode acontecer em casos de aquisição de bens e serviços, por motivos profissionais que não possam ser realizados a partir de casa em regime de teletrabalho, por motivos de saúde ou urgência. Também são permitidas deslocações de curta duração para passear animais de companhia e a agências bancárias e seguradoras.
Entre os espaços que vão ser encerrados durante este período incluem-se cafés, restaurantes, bares, cinemas, teatros, praças, salas de concertos, piscinas, pavilhões, estádios, ginásios, casinos e esplanadas. Estabelecimentos como serviços médicos, supermercados, talhos, mercados, postos de combustível, serviços de entrega ao domicílio, actividades funerárias, serviços bancários e serviços de limpeza e lavagem podem continuar a funcionar.
Nestes espaços, será proibida a presença de maiores de 65 anos, excepto nas primeiras duas horas de funcionamento. Nesse sentido os idosos apenas podem ir aos supermercados em horários especificamente estabelecidos para a sua faixa etária. Em estabelecimentos como farmácias, será proibida a presença de clientes no seu interior, com os produtos a serem colocados à porta para haver um maior controlo da distância de segurança. 
O documento prevê ainda que veículos particulares podem circular para realizar actividades profissionais, em situações de urgência ou familiares e para reabastecimento em postos de combustível. Já no que diz respeito a transportes, o número máximo de passageiros fica reduzido para um terço do número máximo de lugares disponíveis.
Todas as celebrações religiosas estão também proibidas, devido ao risco de aglomeração de pessoas, enquanto a realização de funerais fica condicionada a um limite máximo de pessoas a assistir que vai ser determinado pelas autarquias locais.

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