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Terça, 07 Abr 2020
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POL�TICA
AUTARCA DE BOGAS DE CIMA QUER NOVO POSTO MÉDICO
Rádio Cova da Beira
A cumprir o último mandato à frente da freguesia de Bogas de Cima, no concelho do Fundão, Filipe Gonçalves ainda gostaria de ver de portas abertas o novo posto de saúde, uma vez que o atual funciona em péssimas condições.
Por Paula Brito em 06 de Mar de 2020

“Um dos principais problemas é posto médico. O médico tem sido mais certo, mas o que me incomoda são as condições do posto médico, uma escadaria bastante íngreme, não é nada prático para os utentes se deslocarem lá.” O médico desloca-se a Bogas de Cima, uma vez por semana, o que se revela suficiente “desde que não haja faltas”.

 

O novo posto médico junto ao lar da aldeia, é o projeto que o autarca gostaria de ver terminado antes de sair da junta de freguesia. “É junto ao lar, podia ser utilizado pelo lar onde há espaço para alargar, o projeto está em andamento, é uma questão de execução, gostava que estivesse pronto antes de sair da junta.”

 

Há 10 anos à frente da junta de freguesia de Bogas de Cima, Filipe Gonçalves diz que muito foi feito na última década, numa freguesia com cinco aldeias e uma vasta mancha florestal.“Em termos de acessibilidades, de algumas obras na sede da freguesia, como o largo, o parque de lazer, limpeza de caminhos, onde foi investido bastante dinheiro porque temos muita floresta, muitas aldeias ainda não tinham saneamento, hoje já todas as anexas têm saneamento.”

 

Nos últimos dois mandatos Filipe Gonçalves foi candidato único, em 2021 já não se pode candidatar, mas acredita que desta vez haverá candidatos para gerir a freguesia mais distante da sede de concelho, com um enorme potencial florestal, apícola e em termos de turismo rural. “Não é muito atrativo ser autarca, é preciso dispensar algum tempo e é preciso meios, mas eu penso que, acabando agora este ciclo de mandatos, vai haver candidatos.”

 

Em algumas das anexas de Bogas já não há sequer um café aberto, e são as associações locais que asseguram um espaço aberto para toda a comunidade. Filipe Gonçalves entende que deveriam ter incentivos e regalias as pessoas que mantém um comércio aberto, já que funciona como “uma porta aberta para toda a aldeia”.        


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