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Segunda, 06 Abr 2020
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SOCIEDADE
BIOMOSSA E FUNDANOVIRUS NO CARNAVAL
Rádio Cova da Beira
A central de biomassa, que faz mossa, e o fundanovírus, que descaracteriza os edifícios da cidade, como a casa dos magistrados, foram as duas sátiras trazidas este ano pelos Caminheiros da Gardunha ao Carnaval do Fundão. O mais assistido de sempre.
Por Paula Brito em 25 de Feb de 2020

A moldura humana na Avenida da Liberdade marcou este ano o tradicional desfile de Carnaval, que começou por ser dos Caminheiros e que hoje, é de todos os que se quiserem associar à festa “super popular e super comunitária, ver tanta gente na avenida enche-me de satisfação”, como referiu à RCB o presidente da câmara do Fundão, que assistiu com fair play à sátira “sempre bem colocada, achei bem a brincadeira com o vírus, e depois, não têm muita piada os problemas que a central nos está a causar, mas é bem apanhado e, obviamente, pode ser que consigamos, lutando todos, minimizar os problemas que a central nos está a causar.”

 

David Caetano, presidente da direção dos Caminheiros da Gardunha destaca a moldura humana que assistiu ao desfile “ao entrar na avenida deparámo-nos com uma multidão impressionante, não nos lembrávamos de ter visto tanta gente na avenida. Sobre o desfile em si, acho que acusámos a ausência da Santa Casa da Misericórdia que acabou por reduzir o número de carros do desfile, espero que tenha sido uma situação pontual.” 


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