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Quarta, 29 Jan 2020
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CULTURA
NOVAS EXIBIÇÕES DA "A AVENIDA"
Rádio Cova da Beira
O espectáculo “A Avenida”, da Estação Teatral, tem novas exibições, a 24 de Janeiro, às 21:30 horas, no Cine-Teatro de Castelo Branco e a 31 de Janeiro, 21:45 horas, no Teatro ACERT em Tondela.
Por Paulo Pinheiro em 16 de Jan de 2020

“Uma chama viva onde quer que viva” é a primeira parte do tríptico denominado “A Avenida”, que retrata as décadas de 40 e 50; esteve em cena na sala de exposições da Moagem, no Fundão, entre 28 de Novembro a 15 de Dezembro de 2019. De acordo com a ESTE, em 17 sessões este novo espectáculo da ESTE contou com a presença de 1.000 espectadores, aproximadamente.

 

 Passados 15 anos a ESTE – Estação Teatral está a celebrar mais um aniversário com o lançamento uma obra de fundo inspirada na sua cidade e que irá marcar a actividade da companhia até 2021.

 

A trilogia “A Avenida” completa-se em 2020, com a estreia “De Salazar a Kubitschek”, abordando os anos 60 para, finalmente, na década seguinte, os anos 70, terem um último fôlego em 2021 com o espectáculo final, “Liberdade”. A ESTE conta ainda fazer uma versão única composta por estas três versões, expondo, assim, uma criação que compreenderá cerca de três anos entre ensaios, evoluções e apresentações. 

 

 Sinopse:

 

Fosse essa a de Salazar ou a da Liberdade, da "serração", da "escola" ou do "cavalo" (fazendo alusão ao bicho alado da Mobil bem saliente na antiga gasolineira), a avenida era um rasgo que subia-para-cima, confiando a visão para a cortina de fundo composta pelos múltiplos verdes da serra, tal como, inversamente, descia afinal em modo quase horizontal até à cortina de fumo dos comboios e das chaminés da Moagem. Por essas bandas, já se usava a expressão "inclinado como a Avenida", para referir a estante suspensa na parede que ficara descaída e que não merecia a consideração de um ajuste: – Deixa assim, deixa assim, já está bem. Fica inclinado como a Avenida!

 

 

 

Entre a ficção e a realidade, o íntimo e o público, o próximo e o distante, o quotidiano e a memória, um exército de beirões composto por lojistas, industriais, trabalhadores, patrões, mercadores, gente anónima vinda dos campos ou de um recanto da cidade dão corpo a uma narrativa que quer, na sua universalidade, reflectir sobre o espaço da cidade e, inevitavelmente, sobre a utopia e a felicidade.

 

 

 

Dramaturgia e encenação – NUNO PINO CUSTÓDIO

 

em co-criação com:

CARLOS PEREIRA, DIANA TABORDA, HELOÍSA SIMÕES, JOANA POEJO, TIAGO SARMENTO e TIAGO POIARES – interpretação,

PEDRO NOVO – espaço,

PATRÍCIA RAPOSO – figurinos e adereços,

PEDRO RUFINO – direcção musical

e PEDRO FINO – desenho de luz

Direcção de produção – ALEXANDRE BARATA

Direcção de montagem – PEDRO FINO

Montagem – ATELIER PEDRO NOVO com JOÃO FREITAS

Produção executiva – FRANCISCA VIDAL

Design de comunicação – HUGO LANDEIRO DOMINGUES

Fotografia – MIGUEL PROENÇA

Confecção de guarda-roupa – ALFAIATARIA JUVENAL e MANUELA CARVALHO


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