RCB/TuneIn
Sábado, 16 Out 2021
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
CULTURA
"A AVENIDA" QUE CELEBRA OS 15 ANOS DA ESTAÇÃO TEATRAL
Rádio Cova da Beira
Passados 15 anos a ESTE – Estação Teatral celebra o seu aniversário lançando uma obra de fundo, inspirada na sua cidade, que irá marcar a actividade da companhia até 2021.
Por Paulo Pinheiro em 28 de Nov de 2019

“Uma chama viva onde quer que viva” é a primeira parte do tríptico denominado “A Avenida” que estreia esta quinta-feira, dia 28 de Novembro, às 21h30 na Sala de Exposições da Moagem, na cidade do Fundão. O espectáculo incide sobre as décadas de 40 e 50 do século passado e estará em cena até 15 de Dezembro com sessões de quinta-feira a sábado, às 21h30, e aos domingos às 17h00.

 

A trilogia “A Avenida” completa-se em 2020, com a estreia “De Salazar a Kubitschek”, abordando os anos 60 para, finalmente, na década seguinte, os anos 70, terem um último fôlego em 2021 com o espectáculo final, “Liberdade”. A ESTE conta ainda fazer uma versão única composta por estas três versões, expondo, assim, uma criação que compreenderá cerca de três anos entre ensaios, evoluções e apresentações. 

 

Sinopse:

Fosse essa a de Salazar ou a da Liberdade, da "serração", da "escola" ou do "cavalo" (fazendo alusão ao bicho alado da Mobil bem saliente na antiga gasolineira), a avenida era um rasgo que subia-para-cima, confiando a visão para a cortina de fundo composta pelos múltiplos verdes da serra, tal como, inversamente, descia afinal em modo quase horizontal até à cortina de fumo dos comboios e das chaminés da Moagem. Por essas bandas, já se usava a expressão "inclinado como a Avenida", para referir a estante suspensa na parede que ficara descaída e que não merecia a consideração de um ajuste: – Deixa assim, deixa assim, já está bem. Fica inclinado como a Avenida!

Entre a ficção e a realidade, o íntimo e o público, o próximo e o distante, o quotidiano e a memória, um exército de beirões composto por lojistas, industriais, trabalhadores, patrões, mercadores, gente anónima vinda dos campos ou de um recanto da cidade dão corpo a uma narrativa que quer, na sua universalidade, reflectir sobre o espaço da cidade e, inevitavelmente, sobre a utopia e a felicidade.

 

Dramaturgia e encenação – NUNO PINO CUSTÓDIO

 

em co-criação com:

 

CARLOS PEREIRA, DIANA TABORDA, HELOÍSA SIMÕES, JOANA POEJO, TIAGO SARMENTO e TIAGO POIARES – interpretação,

 

PEDRO NOVO – espaço,

 

PATRÍCIA RAPOSO – figurinos e adereços,

 

PEDRO RUFINO – direcção musical

 

e PEDRO FINO – desenho de luz

 

 

 

Direcção de produção – ALEXANDRE BARATA

 

Direcção de montagem – PEDRO FINO

 

Montagem – ATELIER PEDRO NOVO com JOÃO FREITAS

 

Produção executiva – FRANCISCA VIDAL

 

Design de comunicação – HUGO LANDEIRO DOMINGUES

 

Fotografia – MIGUEL PROENÇA

 

Confecção de guarda-roupa – ALFAIATARIA JUVENAL e MANUELA CARVALHO


  Redes Sociais   Facebook

2007—2021 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados