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Sexta, 07 Ago 2020
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SOCIEDADE
MILHÕES PARA INOVAR SECTOR AGROALIEMNTAR NA REGIÃO CENTRO
Rádio Cova da Beira
Um consórcio liderado pela Universidade de Coimbra (UC), em parceria com o Instituto Politécnico de Castelo Branco, Instituto Pedro Nunes e o Centro de Apoio Tecnológico Agroalimentar recebe 2,3 milhões de euros para inovar o sector agroalimentar da região Centro, anunciou a UC.
Por Paulo Pinheiro em 26 de Nov de 2019

Responder aos desafios que as fileiras do sector agroalimentar da região Centro enfrentam, através de uma estratégia de desenvolvimento territorial alicerçada na caracterização, conservação e valorização dos recursos genéticos endógenos, é o grande objectivo da rede de competências CULTIVAR (icultivar.pt), que obteve financiamento de 2,3 milhões de euros do Programa Operacional Centro 2020. 

A rede de competências CULTIVAR é apresentada esta próxima quarta-feira, dia 27 de Novembro, pelas 15h30m, no Centro de Empresas Inovadoras de Castelo Branco (CEi), no âmbito do congresso Inovaction, e contará com a participação da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, e com representantes de todas as instituições que compõem o consórcio.

 

Para Helena Freitas, coordenadora do Centro de Ecologia Funcional (CFE) e líder do projecto, «a degradação ambiental, a pressão sobre os recursos naturais e as alterações climáticas confrontam as sociedades com inúmeros desafios, os quais requerem conhecimento, criatividade e inovação, sendo ainda necessária uma profunda mudança social. Assim, é fundamental adoptarmos uma abordagem sistémica na investigação e na intervenção do território, promovendo o desenvolvimento de metodologias e soluções inovadoras, economicamente viáveis, focadas na segurança alimentar e numa produção ambiental e socialmente sustentável com uma base integradora do funcionamento dos agroecossistemas e que contemple todas as suas dimensões».

A professora catedrática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) reforça que, «em virtude das condições inerentes à matriz territorial da região Centro, e da sua elevada vulnerabilidade face aos diversos cenários de alterações climáticas, há necessidade de abordar o território de forma disruptiva e diferenciadora».

 

 

 

 


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