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POLÔŅĹTICA
MATERNIDADE DE CB: DEPUTADOS DO PS REUNIRAM COM A ULS
Rádio Cova da Beira
A not√≠cia de que a maternidade de Castelo Branco corria o risco de fechar portas "causou incerteza e preocupa√ß√£o na popula√ß√£o e na comunidade em geral‚ÄĚ o que levou a deputada e Presidente da Federa√ß√£o Distrital do PS, Hortense Martins, a solicitar uma reuni√£o ao Conselho de Administra√ß√£o da Unidade Local de Sa√ļde com car√°cter de urg√™ncia.
Por Paulo Pinheiro em 19 de Nov de 2019

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No encontro, que decorreu esta segunda feira, os deputados eleitos pelo círculo de Castelo Branco manifestaram as suas preocupações  e “constataram a vontade e empenhamento” do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco “na procura de soluções para a resposta ao problema da falta de médicos no serviço de ginecologia e obstetrícia”, refere a deputada e presidente da Federação Distrital do PS d Castelo Branco, em nota enviada á comunicação social.

 

 

“Urge reforçar este serviço com a contratação de novos profissionais, mas foi-nos comunicado que têm sido abertos concursos sucessivos desde 2014 para a contratação de profissionais, infelizmente, não têm havido interessados”, lamenta Hortense Martins.

 

De acordo com o comunicado, o Conselho de Administração afirmou que “não está em causa a manutenção da Maternidade na unidade hospitalar” e “garantiu a determinação”, em conjugação com a tutela e a administração regional de saúde, para “reforçar a breve trecho o serviço, estando já em vista essa contratação”.

 

A deputada e Presidente da Federação Distrital, Hortense Martins contactou o Governo “que mostrou estar a acompanhar a situação para agilizar a resolução desta situação, manifestando a importância da maternidade para Castelo Branco e para a região”.

 

Os deputados Hortense Martins, Joana Bento e Nuno Fazenda reafirmam a defesa e reforço desta maternidade: “Não podemos aceitar a possibilidade de estar em causa este serviço, atendendo à sua importância, às necessidades da população e até ao trabalho que tem sido efectuado neste serviço pelos seus profissionais que há muito tempo trabalham e dirigem o mesmo”.

 

Por isso, consideram que “ este serviço não pode estar em causa e esperam que rapidamente a situação seja resolvida”.

 

“As parturientes querem continuar a ter as suas crianças em Castelo Branco, como hoje nos foi manifestado por algumas pessoas, realçando ainda que a Maternidade é também um serviço importante para atracção e fixação de pessoas”, afirma Hortense Martins.

 


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