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DESPORTO
BENFICA C. BRANCO REGRESSA ÀS VITÓRIAS
Depois de quatro derrotas consecutivas, e mais de 400 minutos sem marcar golos, o Benfica e Castelo Branco regressou às vitórias, frente ao Rio Maior, equipa que se encontrava imediatamente depois dos encarnados na tabela classificativa.
Por José Joaquim Ribeiro em 02 de Mar de 2008

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Este triunfo é importante, não só porque na segunda fase as equipas entrarão em campo com 50% dos pontos obtidos na fase actual, mas também porque esta foi uma semana complicada para o clube, uma vez que o Vice-Presidente, e chefe de departamento de futebol, João Paulo Nunes, se demitiu das suas funções, e porque, de alguma forma, ajudará a levantar o moral das tropas, que não recebem subsídios e prémios há dois meses. 

Nesta partida, a exibição de ambos os conjuntos não serviu para encher o olho, mas o Benfica e Castelo Branco conseguiu o mais importante, conquistar os três pontos em disputa, justificando a vitória por ser mais equipa e porque teve bastante mais situações de golo que o seu antagonista. Na realidade, no primeiro tempo, o Rio Maior não teve um remate digno desse nome à baliza à guarda de Hélder Cruz, enquanto os encarnados tiveram três situações onde poderiam ter inaugurado o marcador. Com efeito, Ricardo António, logo aos três minutos, enviou o esférico à barra; quatro minutos depois, Ricardo Viola não conseguiu chegar a tempo de fazer uma emenda; e, aos 26 minutos, Trindade, com um trabalho individual espectacular, tirou dois adversários do caminho, mas o remate foi às malhas laterais. 

Em suma, apesar dos visitantes, a espaços, equilibrarem a contenda, o certo é que o Benfica era dono do jogo. 

Na segunda metade da partida, o primeiro sinal de perigo pertenceu aos forasteiros, mas Curto não conseguiu dar o melhor seguimento a um lance que poderia causar dissabores aos locais, voltando os encarnados a pegar no jogo e a construir situações de golo. Foi o que se passou ao minuto 53, quando Piojo, recém entrado na partida, obrigou o guarda-redes do Rio Maior a uma defesa por instinto, com o guardião a bater no poste, o que o levou a ser assistido e, minutos depois, a ser substituído. O argentino Piojo desperdiçou essa situação de golo, mas não voltaria a falhar, cinco minutos depois, quando correspondeu, com um cabeceamento, a um canto de Miguel Vaz, inaugurando o marcador.

O Rio Maior tentou então sair em busca da igualdade, que esteve perto de conseguir aos 66 minutos, através de um remate cruzado de Mileu, mas voltariam a ser os donos do terreno a desperdiçar duas novas ocasiões para dilatar a vantagem, aos 87 minutos, por Milton, e já em tempo de compensações, por Piojo, que não acertou na baliza de forma incrível. 

Em suma, o Benfica e Castelo Branco justificou a vitória, num jogo onde o árbitro esteve em plano positivo.

 

Pedro Garrido

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