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Segunda, 23 Set 2019
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SOCIEDADE
ESTUDANTES INDIGNADOS COM A ACSS
Rádio Cova da Beira
A decis√£o da Administra√ß√£o Central do Sistema de Sa√ļde (ACSS) de retirar a Covilh√£ do mapa para a realiza√ß√£o da prova nacional de acesso √† forma√ß√£o especializada (PNAFE) em medicina √© contestada pelos estudantes medicinal da Faculdade de Ci√™ncias da Sa√ļde (FCS) da Universidade da Beira Interior.
Por Paulo Pinheiro em 10 de Sep de 2019

Para o presidente do Núcleo de Estudantes de Medicina da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI, a determinação da ACSS “é incompreensível” e contrária à defesa da descentralização que se tem ouvido nos últimos anos em Portugal.

“É que ainda por cima estamos a falar de uma nova prova que vai ter um custo, ao contrário da antiga (Harrison) que era gratuita para todos. Estamos mais uma vez a deixar de lado os estudantes do interior que vão deixar de poder fazer a prova na área da sua escola médica e a colocar esta região numa posição desigual para com os grandes centros”, aponta.

Em declarações à RCB, Francisco Capinha destaca ainda o facto de o exame estar marcado para dentro de dois meses “A antecedência com que isto está a ser é feito é muito pouca. Estamos indignados porque achamos que é uma medida que é centralista, descabida e inesperada e com a própria Faculdade a garantir ter condições para a fazer a prova, como aconteceu no passado”, salienta.

 

Está a decorrer uma petição com o objectivo de reverter a decisão “onde se pretende ter o maior número de assinaturas possível. Estamos a falar a nível nacional de todos os estudantes de medicina, apesar da maioria não ser afectado por esta mediada, que estão solidários com estudantes da FCS da UBI e da Universidade do Minho”, assegura o presidente do MedUBI.

A petição vai ser enviada à ACSS “para mostrar o nosso descontentamento. Queremos que a prova possa ser efectuada nas várias escolas médicas, nomeadamente na Covilhã como sempre aconteceu”, afirma.

 

Além da petição há uma carta aberta que a Associação Nacional dos Estudantes de Medicina dirigiu a diversas entidades, entre as quais ao gabinete da prova e à ACSS, a vincar que os estudantes estão contra esta mudança .

 

Francisco Capinha gostaria que a decisão fosse revertida e defende que os estudantes da Covilhã “ficariam muito satisfeitos se tivessem a possibilidade de fazer a prova aqui”, sublinha.

Além da petição há uma carta aberta que a Associação Nacional dos Estudantes de Medicina dirigiu a diversas entidades, entre as quais ao gabinete da prova e à ACSS, a vincar que os estudantes estão contra esta mudança .


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