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Segunda, 23 Set 2019
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POLÍTICA
“LIVRE” QUER SUPERAR RESULTADOS DE 2015
Rádio Cova da Beira
O cabeça de lista do partido “Livre” pelo círculo eleitoral de Castelo Branco às eleições legislativas do próximo dia seis de Outubro espera poder aumentar, de forma considerável, a votação alcançada no distrito no último acto eleitoral.
Por Nuno Miguel em 27 de Aug de 2019
Nas eleições legislativas o partido concorreu coligado com o movimento “Tempo de Avançar” e obteve 507 votos. Um resultado que Miguel Cardoso espera suplantar em Outubro, embora reconheça de que é difícil lutar pela eleição de um deputado “a eleição é um desafio muito difícil. Vou caminhar no sentido de o tentar alcançar mas este jogo em que aceitei participar é extremamente difícil e sou realista. Agora tudo farei para ter o melhor resultado possível e aumentar o número de votos que foi alcançado em 2015”. 
Depois de ter exercido funções de eleito na assembleia municipal do Fundão como independente nas listas da CDU, Miguel Cardoso encabeça neste acto eleitoral a candidatura por uma outra força política. Significa isso que existiu um afastamento em relação à CDU?: “tenho o maior orgulho na colaboração que tive com a CDU local, com quem tenho as melhores relações. A minha divergência com a CDU é uma divergência principalmente com o PCP, na sua visão catastrofista em relação à União Europeia, na política externa e também por toda a estratégia de decisão e comunicação do PCP. E todos estes factores têm vindo a determinar o meu afastamento progressivo em relação ao PCP. Eu valorizo muito a força do colectivo mas não ao ponto de diluir o individual. Claro que os meus amigos do PCP discordarão de mim mas é assim que eu me sinto”.   
Em entrevista ao programa “Flagrante Directo” da RCB, o cabeça de lista do “Livre” refere que a grande diferença entre este partido e as restantes forças políticas que se candidatam às eleições legislativas reside no facto de os candidatos poderem fazer frente à disciplina partidária “eu tenho ouvido as entrevistas dos candidatos das restantes forças partidárias e concordo com muitas das propostas que apresentam e que muitas delas coincidem com as nossas. O problema está na capacidade que os candidatos têm para fazer frente ao aparelho partidário em que se inserem. Claro que há muito boas medidas para a valorização do interior mas depois a maior parte delas acaba por cair em saco roto quando temos que seguir a disciplina partidária. E a principal diferença do «Livre» é essa. É que sendo um partido recente não temos, para o bem ou para o mal, uma estrutura partidária que na maior parte das vezes inibe os candidatos de cumprirem as promessas eleitorais que fizeram às populações”:  
Uma entrevista em que Miguel Cardoso defendeu que a abolição das portagens na A 23 deve ser feita de forma imediata, embora não exclua a possibilidade de ser assumido um compromisso político que implemente reduções progressivas até à abolição durante a próxima legislatura.

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