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Segunda, 23 Set 2019
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POLÍTICA
“APOIOS TRADUZEM-SE EM NADA”
Rádio Cova da Beira
A comissão política distrital do PSD Castelo Branco vem, em comunicado, afirmar que “mais de dois anos volvidos sobre os trágicos incêndios de 2017, o governo nada fez para evitar mais catástrofes como aquela que aconteceu há pouco mais de duas semanas nos concelhos de Vila de Rei e Sertã”.
Por Nuno Miguel em 10 de Aug de 2019

Neste comunicado os social-democratas referem que “no que diz respeito ao combate aos incêndios, foram notórias as falhas na organização, nomeadamente a descoordenação de meios, mas sobretudo, no que mais interessa, no apoio às populações. Houve vários casos de aldeias que não tiveram apoio no combate às chamas e estiveram perdidos no teatro de operações centenas de efectivos”.

 

Já em relação ao despacho do governo, onde são definidos os auxílios para as populações, recentemente aprovadas pelo governo, o PSD sublinha que “após a publicação dos apoios, o governo mantém a sua coerência na discriminação das populações. Se, em 2017, verificámos que para o governo do PS existe portugueses de primeira e portugueses de segunda, vem agora dizer, claramente, que existem beirões de primeira e beirões de segunda”.

 

Os social democratas apontam como exemplo o caso de Vila de Rei onde “os munícipes que residam nas freguesias de Fundada e São João do Peso e viram o seu território ardido em 1.146 hectares e 980 hectares têm acesso aos apoios, mas os que residem na freguesia de Vila de Rei, com uma área de 1219 hectares ardidos, e que foram atingidos igualmente por esta catástrofe natural, já não podem beneficiar deles. Só podem recorrer a outra medida onde o apoio é de 50%”.

 

O PSD sublinha ainda que “a carga burocrática e os requisitos exigidos demovem qualquer um” a apresentar candidaturas. “Consideramos que os apoios públicos devem ser escrutináveis e que se deve garantir que se destinam a quem mais precisa. É obrigação de qualquer governo zelar para que a reposição do que foi destruído seja feita forma simples e sem burocracia pois, para sofrimento, basta aquele que as pessoas tiveram aquando tiveram aquando da passagem do fogo”.

 


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