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Segunda, 13 Jul 2020
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POL�TICA
CANDIDATA DA CDU EM ENTREVISTA À RCB
Rádio Cova da Beira
Ana Maria Leitão lidera a lista da CDU pelo círculo eleitoral de Castelo Branco nas próximas legislativas. Em entrevista à RCB, a candidata fala das principais bandeiras a hastear esta campanha, critica incongruências partidárias no caso das portagens e diz que é preciso fazer pressão, sob pena do IC31 não passar de um anúncio de pré-campanha.
Por Paula Brito em 30 de Jul de 2019

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Ana Maria Leitão, que também integrou a lista da CDU nas últimas Europeias, explica os motivos que a levaram a aceitar este novo desafio.

“Atendendo ao género, atendendo à caminhada que já fizemos juntos, à dinâmica que se criou em todos os concelhos, ao facto de eu ser uma pessoa conciliadora, de Vila de Rei à Covilhã, entenderam os camaradas que eu seria a pessoa indicada. Apesar de ter ponderado o cansaço que isto significa para mim, não podia deixar de responder afirmativamente ao convite que me fizeram.”

A abolição das portagens nas antigas Scuts é uma das bandeiras que a CDU vai hastear nesta campanha. Ana Maria Leitão lamenta a incongruência partidária que vai no distrito sobre esta questão.

“Porque nas assembleias municipais ouvimos os partidos defenderem, e até aprovarem posições, contra as portagens. Ao sermos eleitos pelos nossos distritos, devemos defender em primeiro lugar os nossos distritos, sendo que as portagens já ultrapassam muito a questão distrital, é uma questão nacional, de coesão territorial do país.”

Ao nível da mobilidade a CDU defende ainda uma aposta na ferrovia, nos transportes públicos, na rede rodoviária e IC 31. Sobre a ligação a Espanha, Ana Maria Leitão teme que o investimento seja apenas “um anúncio em tempo de campanha, não façamos nós, população do distrito, pressão para que isso se venha a concretizar, muitas das medidas que se estão agora a anunciar, vão cair em saco roto.”

Se for eleita, Ana Maria Vaz vai assumir o cargo de deputada.

“Com certeza, embora com muita pena porque eu gosto muito de ser professora, mas penso que os créditos também não ficariam por mãos alheias.”

Para a candidata da CDU não é pela transferência de competências para os municípios que passa o futuro, a Coligação Democrática Unitária quer manter a regionalização na agenda política. 


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