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Domingo, 20 Out 2019
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POLÍTICA
CMC RESPONDE AO MOVIMENTO “DE NOVO COVILHÔ
Rádio Cova da Beira
A câmara municipal da Covilhã vem, em comunicado, reagir à tomada de posição pública assumida pelo movimento “De Novo Covilhã” que anunciou vai pedir a intervenção da inspecção geral de finanças e do tribunal de contas sobre a decisão tomada pela câmara da Covilhã, no final do passado mês de Junho, de abrir um procedimento de hasta pública do loteamento de terrenos para construção de moradias nos terrenos envolventes ao «Data Center da empresa «Altice».
Por Nuno Miguel em 29 de Jul de 2019
Neste comunicado, a autarquia refere que “a questão agora levantada constava da ordem de trabalhos da reunião de câmara municipal da do dia 27 de Junho de 2019, onde foi amplamente debatida por todos os vereadores. Todos, não. Mais uma vez, o vereador Carlos Pinto faltou e não se fez representar. Havendo dúvidas, estas poderiam ter sido esclarecidas nesta reunião ou nas subsequentes, o que não aconteceu. Assim se demonstra o real interesse pelos assuntos do concelho”. 
No que diz respeito à expansão da «Altice», a câmara da Covilhã refere que “está assegurada nos terrenos que a empresa já detém. Continuam a estar disponíveis 121.000 m2 para comércio, serviços, habitação e indústria compatível com a habitação, tal como prevê o plano de urbanização da grande Covilhã, o que deveria ser do conhecimento do vereador” a quem acusa de ter sido “o carrasco do aeródromo municipal”.
Já em relação ao «filet mignon» “esta autarquia só conhece «pica-pau», devido à penosa e pesada herança com que brindou o concelho e que ainda custa por ano, a todos os covilhanenses, sete milhões e meio de euros em juros e amortizações, dificultando todo o exercício das nobres funções que à autarquia competem e tem o dever de executar”.
A câmara da Covilhã questiona ainda se “a real intenção desta comunicação é gerar a dúvida e afastar potenciais investidores no concelho? Não bastou já o erro da destruição do aeródromo e a penosa herança financeira? Quando inventa um «brutal imbróglio jurídico/legal» associado a esta operação urbanística, refere-se ao único que é do conhecimento público e que diz respeito à sua própria casa? Ou tem como objectivo pessoal continuar sem vizinhança?”.
O município termina o comunicado afirmando que “o que os covilhanenses esperam e exigem do senhor vereador, e não têm tido, é uma atitude proactiva e construtiva no cumprimento das funções para as quais foi eleito. O vereador Carlos Pinto não é um mero cidadão, «obrigado» a recorrer às redes sociais para manifestar a sua opinião e abordar com ligeireza assuntos determinantes para o futuro do concelho. Embora este comportamento seja coerente com as sucessivas ausências dos órgãos deliberativos da autarquia, a Covilhã e os covilhanenses esperam mais de um eleito, que já desempenhou as funções de presidente de câmara e ex vice presidente do partido Aliança”.

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