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Domingo, 20 Out 2019
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CIMD Cabecalho
POL√ćTICA
REGULAMENTO DEVE SER ALTERADO
Rádio Cova da Beira
A bancada do Partido Socialista na c√Ęmara municipal do Fund√£o defende que o executivo deve proceder a algumas altera√ß√Ķes ao funcionamento da bolsa de im√≥veis, que foi criada em 2015, com o intuito de facilitar o acesso a casas arrendadas a colaboradores de empresas que se fixam no concelho.
Por Nuno Miguel em 26 de Jul de 2019
Na última reunião pública do executivo, Sérgio Mendes defendeu que a autarquia deveria ter a possibilidade de comprar imóveis degradados, em vez de apenas funcionar como sub arrendatária, e posteriormente dar a esses trabalhadores a possibilidade de adquirir a casa onde residem “em vez de se fomentar a recuperação de casas para serem arrendadas à câmara, a nossa proposta passa por a autarquia não ter qualquer problema em arrendar casas que estejam degradadas e fazer um contrato por quatro anos, sendo que o valor pago de rendas poderia ser aplicado na sua recuperação. Passados esses quatro anos o que pode acontecer é que quem tem essa casa degradada passa a ter uma casa nova. E podia também introduzir-se uma cláusula com a possibilidade de existir uma compra e venda pela pessoa a quem a autarquia vai subarrendar. Isto é uma forma de tentar fixar as pessoas”.      
Na resposta, o presidente da câmara do Fundão refere que o município tem vindo a seguir uma política de incentivos para a recuperação de imóveis degradados no centro da cidade, destinadas ao mercado de arrendamento mas incluir nos contratos uma cláusula de opção de compra poderia vir a ter outras implicações “quando fazemos uma opção de compra, do ponto de vista da conciliação, do ponto de vista público é como se a compra estivesse a ser assumida. É como adquirir algo a prestações. E isso significa que ao nível do endividamento podia existir uma conciliação pela totalidade e por isso é preciso ter muito cuidado com essa questão. Já fomentar-se entre os privados a possibilidade de fazerem opções de compra, estou 100 por cento de acordo consigo do ponto de vista de ser uma boa prática de mercado. Mas claro que a última palavra cabe aos privados e são eles que tem de decidir”. 

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