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Terça, 14 Jul 2020
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POL�TICA
COVILHÃ: APOIOS FORAM SUSPENSOS
Rádio Cova da Beira
O vereador do CDS/PP na câmara municipal da Covilhã quer saber os motivos que levaram a autarquia a suspender o apoio ao pagamento das facturas de água e electricidade a várias associações do concelho.
Por Nuno Miguel em 24 de Jul de 2019

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Na última reunião pública do executivo, Adolfo Mesquita Nunes apontou como um exemplo dessa situação a delegação da Cova da Beira do banco alimentar contra a fome e considera que as instituições que desenvolvem a sua actividade no âmbito do voluntariado devem ser olhadas de outra forma por parte da maioria socialista “nos primeiros meses deste ano a câmara enviou a várias associações do concelho uma comunicação onde dizia que deixaria de as apoiar ao nível do pagamento das contas da água e da luz. Sei que isso se verificou no caso do banco alimentar e as minhas perguntas são saber se houve mais associações que receberam essa comunicação e qual é que é o racional, no caso de associações voluntárias que não exercem uma actividade que normalmente cabe nos apoios da câmara, de lhes cortar esta possibilidade de apoio porque a sua actividade de voluntariado não se compadece com outras actividades que o município apoia”.     
Na resposta, o presidente da câmara da Covilhã refere que todas as situações vão ser avaliadas caso a caso. Vítor Pereira reconhece que as instituições de solidariedade vão continuar a merecer uma atenção especial por parte do executivo “devemos ajudar todas as associações mas particularmente as de voluntários devem merecer uma atenção e um carinho especial. Houve uma orientação por parte do património no sentido de que quem despende tem que pagar. Foi constatado que havia muitas entidades que estavam a consumir electricidade e água e por isso decidiram aplicar a lei. Obviamente que haverá excepções, nomeadamente as que o senhor vereador referiu, ou quem provar que não tem capacidade para pagar essas contas”.    
Também o vereador com o pelouro do associativismo se pronunciou sobre o tema. José Miguel Oliveira refere que “nenhuma associação está excluída do regulamento uma vez que o documento tem no seu clausulado o regime excepcional e por isso as associações podem recorrer à câmara municipal no sentido de recorrerem a esse apoio desde que o justifiquem. Sabemos que muitas associações estão a funcionar em espaços cedidos pelo município e a câmara não se limitou a enviar uma carta. Fomos verificar os protocolos de cedência e neles constava que a associação iria suportar os custos de água e luz. Não foi nada feito de uma forma abrupta, conversámos com as associações e temos estado a encontrar soluções para os casos mais complicados através de outro tipo de apoios”.  

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