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Domingo, 20 Out 2019
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POLÍTICA
SOLUÇÃO ENCONTRADA “É A MAIS ADEQUADA”
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara do Fundão considera que a cedência do antigo edifício da junta de freguesia de Donas para a instalação do centro paroquial daquela aldeia foi a melhor solução para poder dar resposta às necessidades das 90 crianças que frequentam as valências de creche e jardim de infância.
Por Nuno Miguel em 24 de Jul de 2019
Na última reunião pública do executivo, Paulo Fernandes referiu que ao longo dos anos foram equacionadas várias soluções para dotar a instituição de novas instalações, mas a decisão tomada pelo executivo da união de freguesias em ceder este edifício à instituição acaba por ser a melhor solução “o próprio município fez um projecto para no terreno que a instituição adquiriu, contiguo às suas actuais instalações para se fazer um centro infantil de raiz. Esse projecto está pronto, tem os pareceres de todas as entidades mas o problema é que essa situação coincidiu com dificuldades financeiras muito grandes da entidade. Simultaneamente, como todos nós sabemos, os apoios para os equipamentos sociais neste quadro comunitário tem sido muito desadequados. O município procurou acelerar soluções, em determinado momento e ainda não foi há muitas semanas chegou a ser equacionada a possibilidade do edifício do seminário mas entendo que, medindo todos os prós e contras, esta solução é a mais adequada” 
Apesar de também se mostrar favorável à mudança de instalações, a vereadora do Partido Socialista considera que é necessário agir com a maior brevidade possível. Joana Bento considera imperioso que essa transferência possa ser concretizada antes do arranque do próximo ano lectivo “a própria instituição diz, numa carta que divulgou, que a creche e o jardim de infância tem de funcionar noutras instalações. Para eles não há dúvida em relação a isso, porque não podem continuar a correr riscos que consideram que a instituição está a passar em termos de segurança e que é uma bomba relógio. São 90 crianças que estão em causa e por isso estas duas valências tem mesmo de estar a funcionar noutras instalações no início do próximo ano lectivo”. 
Na resposta, Paulo Fernandes admite que esse pode ser um cenário difícil de concretizar, sobretudo se existir a necessidade de efectuar obras de ampliação do edifício “não é realista pensar que, se houver necessidade de expansão das instalações, que num mês e meio essa intervenção se faça. Vejo com dificuldade que todo o problema se resolva num prazo de tempo tão curto. Agora o que nós temos que pensar é que o mais importante é que já entrámos em fase de resolução do problema. Se não for em três meses será em quatro mas que se avance. E o importante para avançar era saber para onde e já foi agora dada luz verde nesse sentido”.    

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