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Terça, 10 Dez 2019
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SOCIEDADE
CONFRARIA ENTRONIZA NOVOS CONFRADES
Rádio Cova da Beira
Depois de um interregno de seis anos a confraria da cereja de Portugal, sediada na Covilhã, voltou a realizar um capítulo de entronização de novos confrades. A cerimónia decorreu no último sábado na vila do Ferro para assinalar o encerramento da campanha deste ano mas que não vai ser a última actividade que a confraria vai dinamizar em 2019.
Por Nuno Miguel em 17 de Jul de 2019
Em declarações à RCB, a presidente da confraria da cereja refere que “é um capítulo de encerramento de campanha porque, devido a vários motivos, não foi possível fazê-lo no auge da campanha da cereja mas não quisemos deixar passar este ano uma vez que é o primeiro capítulo realizado por esta direcção. A realização de um capítulo é sempre um motivo marcante das confrarias mas nós queremos ter outras iniciativas e ao promover este capítulo de encerramento de campanha não quer dizer que ainda este ano possam ser realizadas outras actividades”. 
Telma Madaleno acrescenta que a realização desta iniciativa pretende também marcar uma nova página na vida da instituição “a confraria não realizou nenhum capítulo nos últimos seis anos. È certo que não acabámos, estivemos presentes nos capítulos de outras confrarias, mas não entronizamos novos confrades. Este capítulo surge também como uma renovação da confraria, em que temos novos membros e que trazem novas ideias e eu acredito que pode ser um virar de página na nossa vida”.    
Um dos novos confrades entronizados foi o presidente da junta de freguesia de Montes da Senhora, no concelho de Proença-a-Nova. Em declarações à RCB o presidente da autarquia, Carlos Gonçalves, refere que “tendo em conta que Montes da Senhora é uma freguesia em que a cereja é a rainha, não em quantidade, mas em qualidade e precocidade, tenho todo o gosto em fazer parte da confraria que representa este fruto delicioso. Nós conseguimos ter cereja mais cedo do que na zona norte do distrito porque temos um microclima mais quente, que se desenvolve entre as serras das Talhadas e da Venda, que cria uma rotatividade de ar quente e que faz com que a cereja adiante sempre uma ou duas semanas em relação ao norte do distrito”.   
Um capítulo em que também foram entronizados os empresários, Paulo Machado, Manuela Machado e Manuel Bispo e ainda Ricardo Nunes, chefe da divisão de cultura da câmara municipal de Ovar. 

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