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Sexta, 18 Out 2019
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CULTURA
SEDE É QUESTÃO PRIORITÁRIA
Rádio Cova da Beira
O presidente do rancho folclórico do Refúgio espera ver resolvido em breve o problema das instalações da associação. Na comemoração do sétimo aniversário da instituição, Vítor Tomás Ferreira refere que o actual espaço não tem capacidade de resposta para as actividades que o rancho pretende levar por diante e a situação agrava-se com a intenção do proprietário em vender o imóvel.
Por Nuno Miguel em 28 de Jun de 2019
“A questão da sede é uma necessidade urgentíssima. O rancho folclórico está numa casa pequena em que paga uma renda mensal e onde tem a funcionar também uma sala museu. A informação que temos é que os actuais proprietários querem vender o património que ali está, incluindo o terreno que confina com o edifício e com a escola do Refúgio. Por isso a questão da sede é uma grande preocupação para nós e temos de a resolver urgentemente”.     
Os responsáveis do rancho pretendem reunir em breve com a câmara da Covilhã para que a questão possa ser analisada. Vítor Tomás Ferreira sublinha que a associação pretende manter-se a funcionar no Refúgio e espera poder contar com o apoio financeiro do município para adquirir o edifício da actual sede e toda a zona envolvente “queremos colocar brevemente este assunto ao presidente da câmara, porque o município tem de ser um parceiro importantíssimo nesta questão das instalações. Nós não queremos sair do Refúgio e esta pode ser uma oportunidade para se adquirir este espaço e mais tarde vir a recuperá-lo e dotá-lo de algumas valências que actualmente não temos como por exemplo um salão para ensaios. Estamos a aguardar que a câmara municipal nos receba para lhe podermos apresentar o nosso projecto e saber com que tipo de apoio podemos contar”.     
Outro dos projectos que o rancho pretende continuar a dinamizar é a escola de folclore, que começou a ser desenvolvida há sensivelmente um ano. Uma aposta que já começa a dar frutos “nós já conseguimos captar dois pares que já estão integrados em termos da dança mas precisamos de mais. Temos elementos que estão no rancho há 50 anos, são pessoas já com uma certa idade, e por isso vamos manter essa aposta para que dentro de alguns anos o grupo possa estar totalmente renovado ao nível dos membros. Isso não significa que não precisamos dos elementos que temos hoje mas é importante trazer gente nova que depois possa dar continuidade a este projecto”.    A associação foi criada há sete anos, depois de o rancho ter deixado de fazer parte do grupo recreativo refugiense, onde exerceu a sua actividade durante 46 anos. Vítor Tomás Ferreira considera que valeu a pena dar este passo para que a tradição folclórica daquela localidade não se perdesse. Actualmente o rancho é composto por cerca de 50 elementos.  

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