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Domingo, 23 Fev 2020
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SOCIEDADE
COVILHÃ: ESTABELECIMENTO PRISIONAL VAI SER AMPLIADO
Rádio Cova da Beira
O ministério da justiça vai avançar com um estudo prévio tendo em vista a ampliação das instalações do estabelecimento prisional da Covilhã. O anúncio feito pela secretária de estado adjunta da tutela no final de uma visita efectuada às infraestruturas que estão sob a alçada da direcção geral dos serviços prisionais naquele concelho.
Por Nuno Miguel em 27 de Jun de 2019
De acordo com Helena Mesquita o objectivo passa aproveitar toda a área envolvente ao estabelecimento prisional, permitindo melhorar as condições do espaço para a população reclusa “o estabelecimento prisional da Covilhã tem uma área envolvente bastante interessante e com dimensão para preencher algumas das lacunas que tem, designadamente ao nível dos espaços livres. Estamos em contacto com a autarquia para ver as possibilidades que temos de colaborar e é intenção, quer da directora do estabelecimento quer da direcção geral dos estabelecimentos prisionais, aproveitar esse espaço para melhorar as condições das pessoas que estão em situação de reclusão”. 
A governante acrescenta que esta intervenção, que ainda não está calendarizada, vai permitir ultrapassar algumas limitações existentes no estabelecimento prisional da Covilhã “por exemplo há necessidade de melhorar as condições para que a população reclusa possa aceder à prática desportiva. Tem um pátio exterior onde desenvolvem algumas actividades mas quando chove já não há possibilidade de ser utilizado. A ideia que existe é a ampliação do estabelecimento com o aproveitamento de toda a área exterior onde queremos criar um pavilhão desportivo e eventualmente depois ampliar todo o edifício”.
Depois de visitar as instalações do estabelecimento prisional, Helena Mesquita teve ainda oportunidade de visitar o espaço da quinta de São Miguel, com capacidade para albergar reclusos em regime aberto e que, nos últimos dois anos, viu algumas áreas serem requalificadas. Helena Mesquita gostou do que viu mas reconhece que ainda há trabalho para desenvolver naquele espaço “fizemos algumas intervenções ao nível da remoção de amianto que ainda existia na quinta e por isso as nossas atenções estiveram mais voltadas para esta quinta e que hoje está com grande dignidade. No entanto estamos a avaliar a hipótese de poder dar alguma utilidade ao canil que está desactivado e transformá-lo num hotel para cães, que é algo que não existe na zona, e temos população reclusa capaz de dar esse tipo de apoio. Outra situação que temos de avaliar é também o destino que podemos dar à casa de função que aqui existe. São matérias que vamos equacionar e a seu tempo vamos tomar decisões”.    

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