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Quinta, 17 Out 2019
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POLÍTICA
REUNIÃO ADIADA PARA AMANHÃ
Rádio Cova da Beira
Reunião privada da câmara da Covilhã só vai decorrer esta terça-feira. Inicialmente agendada para hoje o encontro do executivo foi alterado depois de um requerimento enviado pelo vereador do CDS/PP.
Por Nuno Miguel em 24 de Jun de 2019
No documento enviado aos serviços do município, Adolfo Mesquita Nunes considera que não foram cumpridos os prazos legais para a convocação de uma reunião do executivo para o dia 23 de Junho. Confrontado pela RCB com essa situação, o presidente da autarquia admite que existiu um lapso no envio da documentação aos vereadores da oposição “existiu um lapso temporal por parte dos serviços e por isso não foi cumprido o período de antecedência mínima para a entrega de documentos aos vereadores. Admitida essa falta, foi alterada a data da reunião de segunda para terça-feira para que os senhores vereadores possam ter acesso aos documentos, uma vez que se trata de uma reunião muito importante com muitas matérias em análise e sanada que está essa formalidade a reunião vai decorrer na terça-feira a partir das 15:00”.   Já depois dessa situação, a autarquia informou os vereadores de que a reunião do executivo estava agendada para 25 de Junho. Facto que levou também o vereador do movimento independente “De Novo Covilhã” a enviar um requerimento ao município. No documento, a que a RCB teve acesso, e que também é subscrito pelo vereador do CDS/PP, Carlos Pinto afirma que a alteração do dia e hora da reunião “viola claramente” a lei porque todas as alterações “devem ser comunicadas e justificadas com, pelo menos, três dias de antecedência. O vereador deixa ainda críticas ao facto de as reuniões ordinárias estarem a ser convocadas “à revelia do que está deliberado” o que constitui “uma falta de respeito e consideração” pelo papel dos eleitos da oposição que Carlos Pinto garante que “não vai tolerar”.
Além do mais, o eleito sublinha que “a próxima reunião deveria ser pública, distorcendo-se assim a oportunidade de participação popular nos trabalhos”. Neste requerimento, o vereador do movimento “De Novo Covilhã” afirma que se opõe “formal e expressamente” e solicita que este requerimento “conste da acta da reunião e em cada ponto da ordem de trabalhos como declaração de justificação para a minha não presença, participação e votação, sem prejuízo do exercício dos direitos de impugnação das deliberações que vierem a ser tomadas nessa reunião”. 
Questionado sobre o assunto, Vítor Pereira desvaloriza a situação “cada um responde e age de acordo com a sua consciência, com os seus princípios e com a boa fé ou má fé que têm. Eu falo pela maioria, os senhores vereadores falam pela minoria, com o respeito que sempre lhe é devido. Os prazos legais foram cumpridos, já expliquei claramente o que se passou e por isso se não aparecerem na reunião é por má vontade ou por má fé”. 
A aceitação de competências por parte do município nas áreas da educação e da saúde, a fixação dos tarifários da água para 2019, as contas consolidadas de 2018 do município e ainda a nova estrutura orgânica dos serviços são alguns dos pontos que fazem parte da ordem de trabalhos.  

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