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Domingo, 20 Out 2019
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CIMD Cabecalho
DESPORTO
MANDATO DE “CRESCIMENTO”
Rádio Cova da Beira
É esta a palavra chave do segundo mandato de Rui Quelhas na liderança directiva da associação desportiva do Fundão. O acto eleitoral decorreu no passado dia sete de Junho e o líder directivo decidiu avançar para um novo mandato para dar continuidade ao trabalho desenvolvido e conseguir concretizar alguns projectos que ficaram em aberto.
Por Nuno Miguel em 21 de Jun de 2019
“No fundo é uma continuidade do que foi desenvolvido ao longo dos últimos três anos. Eu e esta direcção pensamos que ainda temos algo a acrescentar ao clube e que ainda há trabalho a fazer que não conseguimos finalizar neste mandato. Por isso apresentamos a nossa recandidatura com o objectivo de resolver algumas coisas que ainda estão pendentes de forma a que, no final do mandato, a ADF seja uma colectividade ainda maior do que é hoje. Acreditamos que é possível crescer e dar outras condições aos nossos atletas e sócios e é com esse intuito que vamos trabalhar”.    
O presidente da direcção da associação desportiva do Fundão acrescenta que existem várias áreas em que o clube pretende crescer ao longo do próximo mandato “pretendemos crescer ao nível da qualidade das nossas equipas e da nossa formação, também ao nível das nossas instalações desportivas queremos melhorar as condições do nosso pavilhão, que está degradado e há muito tempo que ansiamos fazer melhorias nomeadamente no telhado, e pensamos que isso pode acontecer já na próxima época. Também queremos crescer ao nível de sócios e de pessoas à volta do clube”.   
A situação financeira do clube é outra das prioridades do reeleito presidente da direcção. Rui Quelhas quer chegar ao final deste segundo mandato com todo o passivo liquidado. Actualmente o valor ainda ronda os 40 mil euros “não conseguimos chegar a esta fase e ter o passivo todo debelado que era o nosso objectivo. Não por culpa própria. Posso garantir que nos últimos três anos não acrescentámos um cêntimo ao passivo do clube mas ainda não conseguimos debelar todo o passivo que herdámos. Na última semana demos um passo importante numa das situações que tínhamos, que era uma obrigação bancária, e que foi resolvida. Actualmente temos um passivo a rondar os 40 mil euros mas a situação é perfeitamente controlável e acredito que durante este mandato a situação vai ser resolvida”. 
Já em relação aos restantes órgãos sociais, Augusto Leal Martins é o presidente da mesa da assembleia geral. Pedro Salvado preside ao conselho fiscal.

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