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Segunda, 22 Jul 2019
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POL√ćTICA
PS: "PRETENDEM CONDICIONAR A LISTA DE CANDIDATOS"
Rádio Cova da Beira
A deputada do PS na Assembleia da Rep√ļblica, eleita pelo distrito de Castelo Branco, Hortense Martins, considera que a decis√£o tomada por 20 militantes socialistas de escrever ao secret√°rio-geral do PS, ‚Äúpretende condicionar a elabora√ß√£o da lista de candidatos √† Assembleia da Rep√ļblica‚ÄĚ.
Por Paulo Pinheiro em 20 de Jun de 2019

“Conheço cada um dos subscritores da carta e tenho a consciência tranquila. Em termos pessoais e políticos, tenho a profunda convicção de que o trabalho que tenho desenvolvido – como representante do PS e dos eleitores do Distrito de Castelo Branco – merece mais respeito”, frisa a líder da distrital do PS deu Castelo Branco.

 

A deputada deixa uma garantia: “Não contem comigo para promover a divisão e a guerra interna no PS, um estratagema que pelos menos alguns dos subscritores da missiva, eventualmente, conhecerão bem. De outros tempos é certo, mas com os mesmos propósitos. Então como agora.”.

 

Em causa está um grupo de militantes de Castelo Branco do Partido Socialista que remeteu uma carta ao Secretário Geral do partido, António Costa, onde defende que “a actual presidente da Federação Distrital de Castelo Branco não tem as condições políticas para continuar, em nome do Partido, a representar na Assembleia da República os cidadãos deste distrito”.

 

Numa primeira leitura, à primeira reacção, Hortense Martins confessa que se sentiu tentada a responder “taco a taco” a este grupo de militantes,  “que se permitem brincar com a honorabilidade alheia, ou seja, brincar com o meu bom nome, sendo que de uma penada enterram o princípio de presunção de inocência a que todos temos direito, incluindo os exemplares cidadãos e militantes autores e signatários da missiva, se ou quando for caso disso”, aponta a deputada.

 

 

A presidente da Federação Distrital do PS de Castelo Branco acusa o grupo de militantes de “fazerem tábua rasa” dos esclarecimentos já publicados, “e que deixaram claro, que não aproveitei pessoalmente nada, e que as duas candidaturas foram feitas pela empresa, correspondendo totalmente à lei, foram aceites, controladas e auditadas pelas entidades competentes. E nem poderia deixar de ser de outro modo!”, defende.

 

 

 A deputada diz encarar “mais este ataque político-pessoal com serenidade, mas com     determinação. O bom senso recomenda contenção”, argumenta.

 

Hortense Martins termina recordando que “bem prega Frei Tomás… É que embora os autores da carta afirmem “não misturamos a Justiça com a Política e não aceitamos qualquer tipo de violação do princípio fundamental da presunção de inocência para todos, incluindo titulares de cargos políticos”, toda a missiva, bem como as razões que dizem terem-na motivado, não são outra coisa se não a negação desse propósito”, conclui.


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