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Terça, 18 Jan 2022
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CIMD Cabecalho
DESPORTO
BENFICA C .BRANCO - 0 EL?CTRICO P. S?R - 2
Ant?nio Jesus, o t?cnico albicastrense, atira a toalha ao ch?o depois de mais um desaire caseiro. A vit?ria era fundamental para que o objectivo perman?ncia continuasse de p?, e mesmo assim, dependendo sempre de resultados de terceiros...
Por João Perquilhas em 17 de Feb de 2008

O Eléctrico,mostrou-se uma equipa cínica e letal perante um Benfica, que, tal como em outras ocasiões, ficou a dever a si mesmo o resultado negativo. A si mesmo mas, também é preciso que se diga, ao trabalho da equipa de arbitragem que,a o não marcar uma grande penalidade por demais evidente ao minuto 27, e dez minutos depois assinalar erradamente um off-side a Cristoph que se isolara, contribuiu para que o objectivo vitória não fosse conseguido.

A turma de Francisco Barão até entrou melhor na partida e ainda antes de terminar o primeiro minuto esteve perto de marcar, Contudo, o remate de Gabriel saiu ao lado. Os da casa responderam de imediato o que se revelaria decisivo para afastar o perigo das suas redes e passarem então a incomodarem seriamente o guardião Teixeira. Ao 5º minuto Milton em jogada individual viu um seu remate ser desviado in-extremis por um defensor contrário para canto, na sequência do qual,Tarzan , em boa posição, acabou por não ser feliz, rematando torto. O domínio caseiro tornava-se uma realidade e ao minuto vinte e sete uma evidente grande penalidade ficou por marcar a favor dos donos do terreno. De facto, o remate de Milton desde a meia lua, foi claramente desviado pelos braços de um adversário pela linha de cabeceira, mas o árbitro da partida fez vista grossa ao lance e a possibilidade do Benfica passar para a frente do marcador esfumou-se. Pouco depois a turma de Ponte de Sôr chegava à vantagem. Gabriel cruzou longo da direita para a zona do segundo poste onde Vieirinha, sem oposição, só teve que encostar a cabeça ao esférico e assim festejar pela primeira vez. O tento sofrido não afectou as tropas de António Jesus que, correndo agora atrás do prejuízo, passaram a ser ainda mais pressionantes. Aos 37 minutos só um novo erro arbitral, que assinalou erradamente um off-side a Cristoph quando este se isolara, impediu o empate, o que deixava os da casa à beira de um ataque de nervos. A um minuto do intervalo o mais que merecido golo acabou por não acontecer, mas o cabeceamento de Ricardo António, que passou a rasar a trave, merecia melhor sorte.

 

Para a segunda metade a toada manteve-se e aos 50 minutos nova perdida do capitão albicastrense,q ue apareceu a finalizar uma jogada de insistência do seu ataque, era castigo demasiado severo para tanto domínio. O jogo passou depois por períodos de verdadeiro sufoco para a defensiva alentejana, mas esta, umas vezes com mérito e outras com muita sorte à mistura, iam conseguindo resolver. Usando e abusando de todas as artimanhas de quem vence, a equipa de Francisco Barão aproveitava todas as oportunidades para quebrar o ritmo de jogo e no último minuto do tempo regulamentar acabou por fazer novo golo, em tudo idêntico ao primeiro,c om Vieirinha mais uma vez livre de marcação, a bisar na partida e assim traçar o destino do Benfica e Castelo Branco.

 

Foi, em suma, um jogo inglório para o Benfica da Beira Baixa que tudo fez para manter acesa a possibilidade de se manter neste campeonato, mas com a pontaria desafinada e árbitros destes, é  difícil fazer melhor …

 

Da arbitragem de Jorge Tavares e seus pares já se disse tudo …

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