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Quinta, 27 Jun 2019
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POLÍTICA
CMC RESPONDE A INVESTIDORES
Rádio Cova da Beira
O município da Covilhã reage à decisão anunciada pela administração do empreendimento turístico da quinta das Minas da Recheira, no Barco, de que vai “desistir de executar este empreendimento por causa do executivo da câmara da Covilhã”.
Por Paulo Pinheiro em 31 de May de 2019

Em comunicado, a CMC refere que, ao contrário do que foi veiculado pelo administrador da empresa que pretenderia implementar o “empreendimento”, o que está em causa, em primeiro lugar, é a legalização das operações urbanísticas executadas no local “em violação das mais elementares normas legais e regulamentares, designadamente de âmbito administrativo, urbanístico e de ordenamento do território, sinalizadas desde Agosto de 2016”.

A autarquia recorda que apenas em Fevereiro de 2019, a empresa em questão submeteu a controlo municipal as operações urbanísticas já executadas ilegalmente, bem como as que pretenderia ainda executar com vista à implementação do referido “empreendimento”.

 “O projecto entregue no Serviço de Urbanismo da Câmara Municipal da Covilhã encontrava-se mal instruído, com muitos elementos em falta e carecendo, por isso, de outras correcções e esclarecimentos”, sublinha a CMC.

O município mostra-se empenhado na captação de investimentos, “mas não a qualquer custo, recusando categoricamente compactuar com a violação das mais elementares Leis da República, como sucedeu no presente caso”, frisa.

A edilidade reitera que mantém a total confiança em todos os seus trabalhadores “injustamente citados na notícia, enaltecendo a sua actuação na defesa da legalidade urbanística grosseiramente violada pela promotora deste empreendimento”, conclui.

 

 

 



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