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Terça, 17 Set 2019
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POLÍTICA
BARCO E COUTADA FOI “CASAMENTO FELIZ”
Rádio Cova da Beira
União de freguesias entre Barco e Coutada foi casamento feliz. Luís Morais, em entrevista à RCB entende que a União faz a força e que a agregação e queixa-se da falta de apoio da câmara da Covilhã.
Por Paula Brito em 24 de May de 2019

“Eu até agora considero que foi um casamento feliz, apesar das vivências diferentes, até agora funcionou bem. As populações, em princípio, querem manter um determinado nível de vida, e esse nível de vida e essa força, quando mais unidos melhor.”

Prova que a união faz a força é a escola do primeiro ciclo que se mantém aberta na Coutada. No Barco, a população continua à espera da obra de ampliação da antiga cantina da escola para ser transformada num salão.

“Trata-se de um espaço fechado, para recebe eventos para no mínimo 150 pessoas. Nós já tivemos os fornos da Argemela com chuva torrencial e tivemos que alugar uma tenda, mesmo qualquer colectividade que queira fazer uma festa não tem um espaço fechado.”

As obras, da responsabilidade da câmara da Covilhã, chegaram a começar, mas pararam e nunca mais recomeçaram.

“Esse projecto está parado, por enquanto, e tenho a promessa da câmara que a obra é para arrancar no mais curto espaço de tempo, e na Coutada estou há espera de dois muros que é para fazer e que estão caídos há mais de cinco anos.”

O autarca tem razões de queixa em relação à falta de apoio do município “por enquanto tenho razões de queixa, então estou há espera há cinco anos para me fazerem os muros!”. Nestes seis anos a câmara da Covilhã, na União de freguesias de Barco e Coutada, “de obras grandes não fez absolutamente nenhuma”.


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