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Sábado, 25 Mai 2019
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POLÍTICA
CONTAS DA UNIÃO APROVADAS
Rádio Cova da Beira
Assembleia de freguesia de Covilhã e Canhoso aprovou por maioria, com a abstenção de toda a oposição, o relatório e contas de gestão do executivo liderado por Carlos Martins.
Por Paulo Pinheiro & Paula Brito em 12 de May de 2019

Jorge Fael da CDU diz que as contas referentes ao primeiro ano de mandato revelam um mão cheia de nada.

“A diferença entre o que foi prometido e o que se fez foi abismal, por exemplo no plano plurianual de investimentos nós estamos a falar de uma taxa de execução de 2%, ou seja, de bens de capital, de obra, estamos a falar de 600 euros.”

Também Vítor Tomás Ferreira, do Movimento De Novo Covilhã Canhoso, esperava mais em números e em actividade.

“Mais de uma centena de situações que diziam que faziam em 2018, fizeram duas dezenas, e ao nível das contas esperava muito mais, que tivéssemos capacidade de ir aos fundos comunitários, que houvesse um entendimento sério com a câmara e que uma série de obras viessem para o terreno.”

Para José Horta do CDS-PP o relatório e contas de 2018 é mais do mesmo.

“Quando nós nos habituamos a trabalhar desta forma esquecemos que o tempo e a sociedade evoluem e que as necessidades também são outras. Abstivemo-nos porque não queremos ser tratados como uma força má fé, mas é um voto de protesto da forma como os elementos do CDS-PP têm sido tratados."

Jorge Saraiva, da bancada do PSD, diz que as contas reflectem um orçamento desfasado da realidade.

“Um orçamento completamente desfasado daquilo que são as receitas da freguesia, jamais podia fazer face às obras que se propunha e que se propôs em termos de projecto eleitoral, e portanto, em coerência votamos assim”.

Pedro Pinto da bancada do PS fala do muito trabalho do executivo, rejeitando as críticas de inactividade.

“O executivo tem feito muito trabalho que não é publicitado nem visível, votamos favoravelmente porque achamos que o executivo está a fazer um bom trabalho em prol das populações.”

Carlos Martins também gostaria de ter feito mais, mas do município também não pode esperar mais.

“A CMC também tem problemas financeiros e por vezes não é possível apoiar as freguesias como gostaria de fazer. Mas a União de freguesias de Covilhã e Canhoso é a que contribui mais para os cofres do município através dos impostos, nomeadamente o IMI e outros. Esperamos que a situação melhore e que haja mais ajuda para que o executivo da União de Covilhã e Canhoso possa fazer mais.”

O autarca diz que em breve o executivo municipal vai visitar a união de freguesias de Covilhã e Canhoso, um encontro onde espera ver garantidas algumas intervenções nomeadamente ao nível da mobilidade.


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