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Segunda, 09 Dez 2019
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SOCIEDADE
CASA DO MEL ABRE ESTE ANO
A central meleira de Bogas de Cima vai come?ar a funcionar na antiga escola da aldeia a partir do pr?ximo m?s de Junho. O projecto est? a ser desenvolvido pela Pinus Verde e vai garantir aos mais de 80 apicultores da regi?o a produ??o de mel cumprindo todos os requisitos legais.
Por Paula Brito em 15 de Feb de 2008

A central meleira ou casa do mel tem, segundo Paulo Fernandes, o objectivo de "criar um centro habilitado para recolher todo o mel da zona, proceder ao seu embalamento cumprindo todas as regras para ser comercializado com as diferentes marcas". Para além deste objectivo comercial a casa do mel tem também um objectivo turístico e educativo "hoje em dia já começamos a trabalhar com restaurantes e unidades de agro turismo da zona numa lógica de mostrar o que é o ciclo de produção do mel".

A central meleira vai começar a funcionar no próximo mês de Junho e, segundo o vereador com o pelouro do desenvolvimento rural na câmara do Fundão, será um projecto importante para uma região que conta já com 80 apicultores "o mel tem uma importância significativa sobretudo em Bogas de Cima, de Baixo e Castelejo onde pelo menos 80 produtores praticam a actividade como complemento familiar". Outro dos objectivos deste projecto é dotar o sector de um instrumento fundamental para os produtores poderem investir mais "para isso teremos uma técnica que dará todo o apoio aos apicultores que queiram desenvolver ou aumentar a actividade".

A casa do mel insere-se ainda num projecto mais alargado do município do Fundão que criou na zona do pinhal uma rede de casas que começa em Lavacolhos com a casa do bombo (ainda por concluir), passa pela Barroca com a casa Grande (um antigo solar recuperado onde funciona entre outras valências a loja e a sede da rede de aldeias do xisto), Janeiro de Cima e a casa das tecedeiras e Bogas de Cima com a casa do cogumelo. Nesta última também já será possível este ano colher a primeira produção de cogumelos que estará à venda nas lojas da rede de aldeias do xisto. Paulo Fernandes diz que o trabalho até agora "foi difícil e nem sempre visível porque estivémos a trabalhar na área da investigação mas está encontrada a fórmula adequada à espécie de cogumelo que melhor se adequa às condições da zona do pinhal".

 

 


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