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Quinta, 22 Ago 2019
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SOCIEDADE
EXERCÍCIO FÉNIX 2019 CHEGOU AO FIM
Rádio Cova da Beira
O comandante do regimento de apoio militar de emergência faz uma avaliação muito positiva do exercício “Fénix 2019” e que consistiu num simulacro com a duração de seis dias tendo como mote uma ruptura parcial da barragem “Marechal Carmona” em Idanha-a-Nova
Por Nuno Miguel em 18 de Apr de 2019
Durante este exercício foram testadas várias valências e capacidades do exército, nomeadamente ao nível de busca e resgate, apoio sanitário, emergência médica, apoio médico veterinário e intervenções nucleares biológicas e radiológicas.
De acordo com Mário Alvares o aspecto mais positivo foi constatar a articulação de meios entre o exército português e as restantes entidades com responsabilidade na área da protecção civil “conseguimos dar uma resposta oportuna ao cenário que foi aqui desenhado, mas talvez o aspecto mais positivo tenha sido ver a forma como as estruturas modelares do exército e de outros agentes de protecção civil desenvolveram um trabalho colaborativo numa resposta de emergência e esse é o caminho que temos de seguir. Quando nos é pedida uma intervenção, nós temos de evidenciar uma capacidade de resposta oportuna e em tempo útil para chegar à zona de intervenção e a principal dificuldade que aqui encontrámos foi fazer deslocar as estruturas modelares do exército que se encontram dispersas por várias zonas do país”.   
Já o presidente da comissão distrital de protecção civil, João Lobo, refere que este simulacro permitiu testar as várias valências do plano de emergência daquela albufeira, que foi aprovado em Novembro do ano passado “o plano de emergência da ruptura da barragem que foi aprovado em Novembro de 2018 e era necessário fazer um exercício para o testar. Naquilo que foi reportado por todas as forças que estiveram no teatro de operações, tudo correu bem”.  
Também o comandante operacional distrital da autoridade nacional de protecção civil, Francisco Peraboa, se mostrou muito satisfeito com a resposta dada aos vários exercícios realizados neste simulacro “foram seis dias intensos e muito profícuos naquilo que foi o estreitar de relações entre os diferentes agentes da protecção civil e o exército e na aplicação adequada dos meios e recursos de um módulo deste tipo. O apoio militar no terreno foi uma realidade e importa aqui sublinhar toda a articulação que existiu entre as diferentes forças e isso deixa-nos muito satisfeitos”.

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