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POL√ćTICA
CMC REDUZ DIVIDA PARA METADE
Rádio Cova da Beira
Em cinco anos, a c√Ęmara da Covilh√£ reduziu para metade a d√≠vida do munic√≠pio. Jos√© Miguel Oliveira, em entrevista √† RCB, diz que a gest√£o financeira foi a grande marca deixada pelo PS, na Covilh√£, nos √ļltimos cinco anos.
Por Paula Brito em 17 de Apr de 2019

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"Eu acho que a grande marca do PS à frente dos destinos da câmara da Covilhã nos últimos anos tem sido a gestão financeira. Importa relembrar que quando entrámos no executivo tínhamos 297% de endividamento, perto de 90 milhões de euros, e vamos encerrar as nossas contas de 2018 abaixo desse mesmo limite de endividamento, que são 150%, ou seja, estamos a falar de uma redução de quase metade da dívida em cinco anos.”

O vereador com o pelouro da administração geral e finanças, em entrevista ao programa Flagrante Directo da RCB, diz que esta gestão deixou o município com capacidade para aproveitar 14 milhões de euros de fundos comunitário em obras a concretizar este mandato, algumas com inauguração marcada para 2020, quando a cidade comemora 150 anos. O teatro municipal, o centro de inovação social e empreendedorismo são alguns dos exemplos deixados pelo autarca.

O renascimento do museu de arte e cultura, que passará a designar-se museu Cidade da Covilhã, é outro dos projectos a inaugurar no próximo ano, depois das obras que acabaram com a situação precária em que se encontrava o edifício.

“Entrava água, chovia nas peças, por isso tivemos que encerrá-lo e conseguimos, através do programa Valorizar, ir buscar 400 mil euros que nos vão permitir recuperar o edifício do ponto de vista físico, mas também do ponto de vista museológico e torna-lo uma referência do ponto de vista regional, de certeza, do ponto de vista nacional, veremos.”

José Miguel Oliveira, em entrevista à RCB respondeu ainda às críticas de endogamia na câmara e empresas municipais da Covilhã, uma falsa questão, diz o autarca, que considera normal os graus de parentesco, garante que nunca contratou ninguém com base em relações familiares, rejeitando as críticas de falta de transparência.

“Houve concursos públicos, no âmbito de um processo de regularização de precários, as pessoas submeteram-se a provas, a entrevistas, e foram avaliadas e o júri seleccionou, e no júri não há nenhum vereador nem nenhum adjunto, não há influência política. Nas empresas municipais os critérios de selecção são do conselho de administração, aliás, esse requerimento foi respondido, quer mais transparência a abordar esta matéria?”.  

Defensor da recandidatura de Vítor Pereira nas próximas autárquicas, José Miguel Oliveira diz que não há cisões no PS da Covilhã e não acredita que, mesmo unida, a oposição vá derrotar o Partido Socialista na Covilhã nas próximas autárquicas.


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