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Sábado, 20 Abr 2019
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POLÍTICA
NESUBI ELEGE NOVOS ÓRGÃOS
Rádio Cova da Beira
João Cristóvão é o novo coordenador do núcleo de estudantes socialistas da universidade da Beira Interior. O acto eleitoral decorreu na passada sexta-feira e o aluno de mestrado integrado do curso de engenharia aeronáutica encabeçou a única lista que se apresentou a sufrágio.
Por Nuno Miguel em 17 de Apr de 2019

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Em declarações à RCB, o novo responsável do Nesubi já definiu quais os principais objectivos a concretizar durante o mandato “eu julgo que parte do trabalho político que é feito no nosso país começa nas universidades e conseguir dinamizar este núcleo é para mim um grande desafio. Julgo que vamos conseguir dar uma maior dinâmica aos cursos que aqui são leccionados e até à própria região e ser mais uma voz para que a UBI se afirme como o grande motor de conhecimento do interior. Pretendemos reunir com a direcção da AAUBI e também com todos os núcleos e com isso desenvolver uma espécie de manifesto que vai ser apresentado ao PS e à JS, tendo em vista as eleições que se avizinham, e conseguir que nos programas eleitorais sejam incluídas algumas ideias dos jovens da nossa universidade”.    
O novo coordenador da Nesubi refere que a questão do subfinanciamento do sistema de ensino superior é uma das questões que mais preocupa os jovens e considera que deve ser o estado a tomar medidas de fundo para evitar que o problema se continue a agravar “essa é uma questão muito preocupante porque a UBI já faz tanto e com tão poucos recursos financeiros e nesse sentido vamos defender que o estado reforce o investimento público nesta universidade. A JS tem vindo a defender a propina zero e com a redução do valor das propinas que foi aprovada para este ano cabe ao estado compensar a perda de receitas que resulta dessa situação”.  
Já no que respeita à questão do alojamento para estudantes deslocados, João Cristóvão sublinha que “se a universidade continuar a aumentar o seu número de alunos a questão da construção de uma nova residência deve ser equacionada. Sabemos que o problema das rendas não é tão grave aqui como noutras cidades, como Lisboa ou Porto, mas também já há um ou outro sítio onde o valor pago pelos estudantes é bastante elevado. Sabemos que a parte da habitação é um dos factores que mais aumenta a factura dos estudantes que frequentam o ensino superior e por isso, dentro do núcleo, entendemos que o reforço da oferta com a construção de uma nova residência é algo que deve ser encarado como uma solução”.

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