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Quarta, 11 Dez 2019
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SOCIEDADE
MISERICÓRDIA AVANÇA COM UCC
Rádio Cova da Beira
Assembleia geral da Santa Casa da Misericórdia da Covilhã deu luz verde à mesa administrativa para avançar com o processo de candidatura à criação de uma Unidade de Cuidados Continuados, (UCC), na quinta da Misericórdia.
Por Paula Brito & Paulo Pinheiro em 31 de Mar de 2019

Com esta aprovação, segundo Neto Freire, estão reunidas as condições para avançar com o processo.

“Porque temos por parte da Administração Regional de Saúde (ARS) aprovadas 60 camas, 30 camas de convalescença e 30 camas de média duração, temos a aprovação, de informação prévia, por parte da câmara para fazer o edifício, esta assembleia aprovou para que a mesa continue a lutar e apresente os diversos estudos necessários para que seja uma realidade que a misericórdia da Covilhã tenha uma Unidade de Cuidados Continuados (UCC).”

Segundo Neto Freire, a ARS do Centro deu um prazo, até 19 de Junho, à misericórdia para aceitar as 60 camas. A partir desta assembleia geral, a mesa administrativa vai informar a ARS, que disponibilizou um arquitecto para acompanhar o projecto, da sua intenção em avançar com o investimento superior a dois milhões de euros, na Quinta da Misericórdia, na estrada do Tortosendo.

“O aproveitamento do edifico do hospital foi a nossa primeira ideia, mas neste momento, uma das premissas da UCC é que o projecto tem que ser desenvolvido todo no rés-do-chão. De forma que, aquela quinta, pela sua exposição, infraestruturas todas à porta, e numa área urbana, reúne todas as condições. Além disso esta quinta, doada à misericórdia desde 1966 tem um ónus, é que a sua utilização tem que ser utilizada para o bem da sociedade, para a economia social.”

Questionado sobre a Unidade de Cuidados Continuados que, também a misericórdia fundanense, tem candidatada para instalar no hospital do Fundão, Neto Freire diz que há espaço para outras unidades que devem estar o mais próximo dos utentes e familiares.

“Se existir uma unidade na Covilhã, outra no Fundão, outra em Belmonte, eu não vejo daí qualquer mal, é necessário é aproximar estas unidades das pessoas. Se a Covilhã não aceitar essas vagas que o Estado põe à disposição, e que também tem interesse que seja na Covilhã para haver uma distribuição mais uniforme no distrito, outros, poderá ser a sul, irão aproveitar este rácio.”

Neto Freire, provedor da Santa Casa da Misericórdia da Covilhã, em declarações à RCB no final da assembleia geral que deu luz verde à mesa administrativa para avançar com o processo de criação da UCC. 


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