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Segunda, 19 Out 2020
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SOCIEDADE
“CERZIR AFECTOS” JÁ TEM PLANO DE ACÇÃO
Rádio Cova da Beira
A assembleia geral da “Cerzir Afectos” aprovou por unanimidade o plano de acção da associação até 2022. Os documentos estiveram em cima da mesa na última reunião magna desta nova instituição, sediada na freguesia da Boidobra, e que tem como principal objectivo o desenvolvimento de valências nas áreas da infância e da terceira idade.
Por Nuno Miguel em 28 de Mar de 2019

De acordo com o presidente da instituição, a “Cerzir Afectos” já entregou o processo para ser reconhecida como IPSS e espera que as primeiras valências, um centro de convívio e serviço de apoio domiciliário, possam começar a funcionar em 2020 “a intenção da direcção é começar por dinamizar essas valências e a nossa perspectiva, uma vez que o pedido de registo como IPSS já foi feito junto da segurança social, é que elas possam arrancar em 2020. Claro que isso depende de vários factores, nomeadamente de saber se o processo de registo já está ou não concluído nessa altura, também o licenciamento das valências é algo que leva algum tempo. Essa é a nossa perspectiva mas estamos dependentes de toda esta parte administrativa antes de podermos avançar com a nossa actividade”.   

 

Até que estejam reunidas as condições financeiras e emitidas as autorizações da segurança social para que as valências possam começar a funcionar, a “Cerzir Afectos” tem já previstas algumas actividades de angariação de fundos como é o caso de um jantar e de um concerto solidário “vamos ao longo do ano promover essas actividades mas há outras que também já estão delineadas com o intuito de criar uma maior aproximação às pessoas, ouvir o que tem para nos dizer e angariar fundos que permitam à associação sustentar muito bem o seu projecto e cumprir os objectivos que estiveram na base da sua criação. 

 

Nesta assembleia geral os sócios aprovaram, também por unanimidade, o valor de dois euros de quota mensal para os associados. Paulo Jerónimo reconhece que o valor é superior aos de outras associações que existem na freguesia, mas é importante criar um fundo de maneio para garantir a sua sustentabilidade financeira no futuro “é óbvio que perante o trabalho que temos pela frente precisamos de dinheiro e, com todo o respeito por todas as associações, esta nova associação tem um cariz diferente porque está direccionada para o apoio social às pessoas. E isso vai requerer muito desta direcção e dos sócios. Entendemos que era um valor justo, acessível à maioria das pessoas e foi essa a proposta da direcção que hoje foi ratificada pela assembleia geral”.

 

Para já a associação tem a sua sede administrativa a funcionar num espaço cedido pela junta de freguesia mas, caso o registo como IPSS, seja concluído com êxito, Paulo Jerónimo refere que a direcção vai equacionar a construção de um edifício de raiz para poder albergar as valências que os órgãos sociais pretendem desenvolver e onde se inclui uma creche e uma estrutura residencial de apoio a idosos.     

 


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