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Domingo, 18 Ago 2019
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POLÍTICA
POPULAÇÕES NÃO ESTÃO INFORMADAS
Rádio Cova da Beira
O vereador do CDS/PP na câmara da Covilhã lamenta que a câmara municipal da Covilhã ainda não tenha realizado uma campanha de sensibilização junto dos moradores em casas de habitação social, propriedade do município, sobre a decisão tomada pelo executivo em revogar o despacho que fixava em 50 euros o valor mínimo de renda mensal.
Por Nuno Miguel em 28 de Mar de 2019

Adolfo Mesquita Nunes realizou no passado sábado uma acção de esclarecimento sobre esta matéria no bairro da alâmpada, na Boidobra, e ouviu muitas dúvidas dos cidadãos em relação a esta matéria “se houve alguma campanha da câmara junto dos moradores eu desconheço e se houve não foi eficaz porque muitas das pessoas vierem ter connosco e apresentar-nos dúvidas. Nós começámos a andar pelo bairro e eram as pessoas que saiam de casa para nos perguntar o que é que tinham de fazer. Se houve iniciativa, ela não chegou às pessoas e foi muito frequente ouvir durante esta manhã que não acreditam em boas notícias como é o caso da diminuição do valor das rendas. Isso diz muito sobre a forma como as pessoas olham para a política”.     

 

No final desta visita, o eleito do CDS/PP voltou a manifestar a sua preocupação com a falta de investimento, por parte da autarquia, na requalificação das casas de habitação social “hoje voltei a entrar em casas, porque as pessoas me pediram para entrar e ver o estado de degradação em que elas se encontram, e esse estado de degradação em nada tem que ver com a má utilização das casas. É óbvio que haverá alguns casos desses mas a degradação do parque habitacional tem que ver com deficiências estruturais e há pessoas que vivem em condições que eu considero degradantes”. 

 

Adolfo Mesquita Nunes sublinha que a aplicação na Covilhã da nova lei do arrendamento vai introduzir critérios de maior igualdade e sublinha que a habitação social só deve ser atribuída aos cidadãos que comprovem essa necessidade “para o CDS é importante que a habitação social seja só para quem precisa dela. Pessoas que hoje estão em casas de habitação social e tem condições para viver noutras casas devem ver as suas rendas aumentadas de acordo com os seus rendimentos. Somos favoráveis que essas pessoas paguem mais até porque, provavelmente, até nem tinham que estar em habitação social. Ao mesmo tempo, aqueles que mais precisam e que tem poucos rendimentos têm de pagar de acordo com eles. E não era isso que estava a acontecer e que nós obrigámos a câmara a fazer”.    


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