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Quarta, 11 Dez 2019
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POLÍTICA
CDS QUER DUPLICAR ELEITOS NO PARLAMENTO EUROPEU
Rádio Cova da Beira
A presidente do CDS/PP espera, pelo menos, duplicar o número de deputados no parlamento europeu no acto eleitoral que está agendado para o próximo dia 26 de Maio. O objectivo definido por Assunção Cristas no final de uma visita que realizou na segunda-feira à região.
Por Nuno Miguel em 27 de Mar de 2019

Em declarações à RCB, a líder do CDS/PP refere que “nós estamos a trabalhar para fazer crescer o CDS. No caso das europeias temos um ciclo de dimensão nacional e o nosso objectivo é pelo menos duplicar a nossa representação. Temos um deputado, mas queremos ter dois e acreditamos que temos condições até para crescer mais. É muito importante que as pessoas compreendam que a Europa não é algo que fica lá longe mas que é aqui. São os problemas daqui que nós queremos levar à Europa. Queremos ser a voz do país todo junto da Europa e não, como o primeiro ministro costuma dizer, que é a voz da Europa em Portugal”.

 

Já em relação às eleições legislativas que vão decorrer no mês de Outubro, a líder do CDS/PP sublinha que o programa eleitoral ainda não está finalizado e as listas de candidatos a deputados só vão ser elaboradas depois de terminadas as eleições europeias “estamos ainda com muito trabalho pela frente. Vamos ter no próximo sábado a última sessão do ciclo «Ouvir Portugal», o trabalho da preparação do programa que começou há um ano e meio atrás e vamos ter grandes candidatos em todo o lado para que as pessoas sintam que vale a pena votar no CDS porque vamos ter pessoas extraordinárias nas nossas listas. E não tenho dúvida nenhuma que também aqui no distrito de Castelo Branco isso vai acontecer”.

 

Nesta deslocação à região, Assunção Cristas marcou presença numa conferência sobre “a fé no parlamento”, organizada pelo centro académico pastoral da UBI. Antes disso a líder do CDS/PP esteve também de visita à unidade local de saúde da Guarda e onde deixou críticas à forma como o ministério da tutela tem olhado para os problemas que o sector está a enfrentar “no ministério da saúde as coisas não funcionam bem porque não se conseguem assumir os problemas. Enquanto o primeiro ministro continuar a dizer que está tudo bem e continuar a debitar números de consultas e de cirurgias e não olhar para outros aspectos, como o número de médicos e de enfermeiros que continuam a faltar, e para a necessidade de financiar correctamente o próprio sistema é muito difícil ultrapassar essas situações”.  


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