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Sábado, 20 Abr 2019
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SOCIEDADE
RECEPTIVIDADE AOS VINHOS DA BEIRA INTERIOR É CADA VEZ MAIOR
Rádio Cova da Beira
O presidente da comissão vitivinícola regional da Beira Interior vai uma avaliação muito positiva da presença dos vinhos da região na edição deste ano da “ProWein”. Trata-se da maior feira mundial deste sector e que decorre na cidade alemã de Dusseldorf e que este nesta edição permitiu abrir portas a novos mercados aos vinhos da região assim como reforçar a notoriedade da Beira Interior nesta fileira.
Por Nuno Miguel em 22 de Mar de 2019
“O balanço foi francamente positivo. Estamos a falar da maior feira mundial de vinhos e no que depender da nossa equipa é ponto de ordem que todos os anos faremos questão de estar presentes porque estão aqui reunidos cerca de sete mil expositores de vinho de todo o mundo. E nós temos que estar neste campeonato”.  
Este ano marcaram presença seis produtores da Beira Interior neste certame mas a expectativa do presidente da comissão vitivinícola é que esse número possa duplicar na edição do próximo ano “este ano contámos com seis produtores mas temos a ambição de duplicar esse número no próximo ano para ter uma representação cada vez maior. E há uma coisa que é uma evidência; tive oportunidade de conversar com um enólogo de referência a nível nacional e que me transmitiu que houve vários importadores no stand dele e que lhe perguntaram onde estavam os vinhos da Beira Interior porque tinham curiosidade em os conhecer. É um sinal de que as coisas estão a mexer e nós faremos tudo o que for possível para trilhar esse caminho”.   
Rodolfo Queiróz acrescenta que “o mercado da Alemanha está neste momento muito receptivo aos vinhos portugueses no seu conjunto, mas nesta feira foi possível estabelecer relações com importadores dos Estados Unidos, do Canadá, da Holanda, da Polónia, de França e também dos países nórdicos. Há várias portas que estão abertas e aquilo que nós vamos fazer é optimizar ao máximo essas oportunidades”.  
Com uma maior receptividade dos mercados em relação aos vinhos da Beira Interior, o presidente da comissão vitivinícola considera que a internacionalização é o grande passo a dar nos próximos anos “neste momento as nossas exportações representam 22 por cento do total de vinhos que a comissão certifica. É algo que não nos deixa satisfeitos porque gostaríamos que esse valor se aproximasse dos 50 por cento dentro de quatro ou cinco anos. Para isso temos que trabalhar muito mas quanto mais diversificarmos os nossos mercados é melhor para os nossos produtores e para a região”.

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