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POLÍTICA
MANUEL FREXES ACUSADO DE PREVARICAÇÃO E CORRUPÇÃO
Rádio Cova da Beira
O Ministério Público constituiu arguido Manuel Frexes por suspeitas de crimes de prevaricação e corrupção quando exerceu as funções de presidente da câmara municipal do Fundão (CMF).
Por Paulo Pinheiro em 22 de Mar de 2019

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 De acordo com o Jornal de Notícias, que avança a informação, o deputado do PSD deslocou-se ontem (quinta-feira) às instalações do Ministério Público do Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra onde ficou a conhecer o processo-crime que "corresponde a uma amontado de interpretações que nada têm a ver com a realidade". Manuel Frexes assumiu que em causa estão contratos que a autarquia do Fundão celebrou com três empresas de projecto e fiscalização de obras, entre 2009 e 2011.

O JN revela que o líder da distrital do PSD de Castelo Branco é suspeito de ter beneficiado as três firmas para obter vantagens patrimoniais, nomeadamente um apartamento em Lisboa. Manuel Frexes rejeita a acusação "Nunca tive um apartamento em Lisboa. Vivo na casa do meu sogro, que é um apartamento de 1974", declara.

A justiça suspeita que os projectos adjudicados e liquidados pelo município não tenham sido executados, procurando, por outro lado, saber se houve sobrefacturação de serviços adjudicados.  O ex-presidente da câmara municipal do Fundão garante que a maior parte dos projectos foram executados e permitiram à autarquia apresentar candidatura a fundos comunitários que garantiram um financiamento de sete milhões de euros para infraestruturas.

"Só porque um ou outro projecto não foi executado olha cá está, andou a encomendar projectos que não foram executados. Não seria um bom presidente se tivesse deixado de apresentar candidaturas a fundos comunitários por falta de projectos", argumenta Manuel Frexes.

Já em Outubro, o ex-presidente da CMF declarou que“Tudo o que fiz foi na defesa do município. Nunca fiz nada de errado, nunca prevariquei. Quando há dúvidas, desfazem-se”, afirma Manuel Frexes ao jornal “Público”

 

Refira-se que a PJ da Guarda efectuou buscas à câmara municipal do Fundão em Setembro de 2018. no mês seguinte  o Ministério Público  requereu o levantamento da imunidade parlamentar do deputado social-democrata e o pedido foi satisfeito no mês de Novembro. 


 


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